quarta-feira, 6 de abril de 2011

Documentário

Olá pessoal gostaria de saber quem pode me dizer, onde posso encontrar documentário ou vídeos sobre o furto ao Banco Central em 2005, estou fazendo um trabalho de estudo de caso para a faculdade, e preciso de todo o material possível.
Se não me engano a Discovery fez um documentário mas não encontro nada.
Obrigado a todos.

Plano de Continuidade de Negócios | Business Continuity Plan


Plano de Continuidade de Negócios | Business Continuity Plan

Plano de Continuidade de Negócios (Business Continuity Plan) é a criação e validação da prática de um hábil plano de logística de como uma organização irá recuperar e restituir parcialmente ou completamente funções críticas interrompidas com um tempo predeterminado após um desastre ou rompimento extenso.  O plano logístico é chamado plano de continuidade de negócios.
Em linguagem clara, PCN calcula como permanecer no mercado em caso de desastres. Acontecimentos incuindo incidentes locais como incêndios prediais, incidentes regionais como terremotos, ou incidentes nacionais como pandemias.
PCN pode ser uma parte de uma esforço de aprendizado organizacional que auxilia a reduzir o risco associado ao frouxo controle de gerenciamento de informações. Este processo pode ser integrado com o melhoramento da segurança da informação e práticas de gerenciamento de riscos corporativos.
Em Dezembro de 2006, a British Standards Institution (BSI) lançou um novo e independente padrão para o PCN — BS 25999-1. Antes do lançamento do BS 25999, profissionais de PCN contaram como padrão de segurança da informação BSI, o BSI 7799, o qual somente endereçado de forma periférica PCN para melhorar a contemporização da segurança da informação nas corporações. A aplicabilidade do BS 25999 extende-se às organizações de todos os tipos, tamanhos e missões, tanto governamentais quanto privadas, tanto as que visam lucro quanto as sem fins lucrativos, grandes ou pequenas, ou do setor industrial.
Em 2007, o BSI publicou a segunda parte, BS 25999-2 “Minuta para Gerenciamento de Continuidade de Negócios”, que especifica as condições para a implementação, operação e melhoramento de um documentado Sistema de Gerenciamento de Continuidade de Negócios (BCMS).
Em 2004, o Reino Unido decretou o Ato Civil de Contingências 2004, um estatuto que instrui todos os serviços de emergência e autoridades locais a ativamente prepararem um plano para situações de emergência. Autoridades locais também têm a obrigação legal sob este ato para ativamente liderarem a promoção de práticas de continuidade de negócios junto a sua área geográfica

Outsourcing parceria de ouro

Parceria de Ouro

Focalização no escopo da empresa, redução de custos, especialização, entre outros, são os alvos de quem opta pelo outsourcing. Mas há que garimpar bem para subtrair o ouro das pedras.
Mariana Fernandez
Outsourcing é a nova realidade mundial. No mundo inteiro, as organizações estão se concentrando no que sabem fazer de melhor, deixando certas áreas da empresa sob responsabilidade de outras empresas, especializadas no ramo.
Fazer ou comprar? Este é o dilema típico de um processo de outsourcing. Mas a definição do conceito implica, antes de mais, a sua tradução. Entre as mais vulgarizadas incluem-se: “mandar fazer fora”, o “recurso a uma fonte externa”, a externalização ou, muito simplesmente, a subcontratação.
Outsourcing (em inglês, out significa “fora” e source ou sourcing significa “fonte”) designa a ação que existe por parte de uma organização em obter mão-de-obra de fora da empresa, ou seja, mão-de-obra terceirizada.
“Concentre-se no
que faz melhor do
que os rivais e
entregue o restante
a especialistas.”

Esta é a ideia-chave do outsourcing, um conceito cada vez mais popular entre as empresas. Originalmente o outsourcing era confundido com a simples subcontratação, circunscrevendo-se a atividades de baixo valor acrescentado e afastadas do negócio vital de cada empresa como os serviços limpeza, de segurança, o correio expresso, etc. O aumento da competitividade dos mercados forçou as empresas a passarem a concentrar os seus melhores recursos no seu negócio vital, criando oportunidades de outsourcing de atividades, funções ou processos que não seriam sequer imagináveis: transporte, armazenamento, funções financeiras, sistemas informáticos, etc.
Em outras palavras, outsourcing é a transferência das atividades conhecidas como atividades meio, e nunca as atividades fins (produto final), para uma empresa terceirizada.
A contratação de serviços periféricos visa reduzir custos internos aproveitando o know-how e a especialização de empresas externas que, em determinadas áreas específicas, se revelam como opção mais vantajosa, permitindo maiores rentabilidades.
O outsourcing, fruto da crescente rentabilidade evidenciada por algumas empresas que recorrem a estes serviços, tem vindo a crescer de forma significativa ao longo do tempo.
O modo como é estabelecido tem conhecido diferentes formas ao longo dos tempos. O modelo de negócio que começou por ser estabelecido com base num simples acordo comercial entre duas entidades, foi evoluindo para outras formas de relacionamento onde a perspectiva de partilha de custo / benefício passou a estar presente. Em determinadas situações, a colaboração tem conduzido mesmo a novos projetos conjuntos.
Embora o uso do outsourcing tenha como objetivo focar a empresa na sua atividade-fim, na verdade o mercado em geral busca a redução de custos. A curto prazo é o que realmente ocorre, porém a longo prazo o próprio futuro da empresa é ameaçado.

Âmbito do Outsourcing

O conceito é particularmente útil para os gestores que, tendo de gerir recursos escassos, deverão concentrar energias no negócio principal e nas competências-chave da empresa (ou seja, aquilo que fazem melhor do que a concorrência) e entregar o restante a parceiros especializados. Entre as áreas passíveis de outsourcing destacam-se as seguintes:
• Planejamento e Estratégia
• Financeira, jurídica e administrativa
• Marketing e Vendas
• Informática, produção e logística
• Recursos Humanos
Em empresas mais focadas em seus core, as áreas de segurança empresarial e também de riscos corporativos possuem outsourcing como braço técnico operacional.

Vantagens, Desvantagens e Riscos

Os estudos feitos sobre o assunto dizem que, em média, o outsourcing conduz a uma redução de custos de 9% e ao aumento da produtividade em 15%.
Os argumentos contra o outsourcing não incidem tanto sobre o conceito em si, mas na forma como é utilizado. Independentemente do tipo de razões associadas, eis as vantagens, desvantagens e riscos mais frequentes:

Os Erros das Corporações

O maior erro das empresas está em buscar no outsourcing apenas um meio para a redução de custos, em vê-lo como uma decisão contábil. Na verdade o outsourcing deve ser uma decisão estratégica, um meio para que a empresa concentre-se no seu core business, que trará uma redução de custos, ou melhor, um aumento de ganhos mais sólido e a longo prazo.
Outros erros recorrentes no outsourcing encontram-se no processo de implementação. Os processos típicos de outsourcing (a não ser que apenas digam respeito a serviços de menor valor acrescentado para a empresa) devem ser assumidos pela gestão de topo que, depois poderão entregar a sua execução a uma equipe interna (de preferência multidisciplinar).
Como se trata de uma ferramenta estratégica é importante que o topo da empresa seja envolvido nas decisões e não apenas equipes de gestores de áreas específicas, como muitas vezes ocorre.
Iniciar a prática do outsourcing visando apenas soluções imediatas sem um estudo devido de seus riscos e oportunidades, é um erro comum nas organizações. Por isso a importância de uma consultoria especializada antes de se começar o processo.
Para que o processo de outsourcing seja o menos passível de erros possível, a decisão do outsourcing deve seguir um processo de pelo menos 5 passos:
• Identificação de oportunidades: Definição clara da estratégia da organização e identificação das suas fontes de vantagem competitiva, em particular, na identificação e distinção entre os processos críticos – cujo desempenho deve ser assegurado pela própria organização – e os que não são vitais para o seus sucesso. Identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que sabe fazer melhor do que qualquer outra no mercado), virtualmente todas as outras atividades se constituem candidatas à subcontratação;
• Avaliação de oportunidades: Compreende os seguintes passos: análise das oportunidades geradas no passo anterior; avaliação da qualidade e da relação custo versus benefício relativa ao modo como as atividades são efetuadas atualmente; descrição exaustiva do serviço pretendido e do nível de desempenho desejado; definição de padrões de desempenho e instrumentos para a sua medição; fixação clara dos objectivos prosseguidos com a subcontratação e, por fim, comparação das expectativas no cenário de outsourcing em relação às do cenário actual;
• Seleção do fornecedor: Inclui a identificação dos potenciais subcontratados e o convite para participarem no concurso. Segue-se a determinação da extensão do controle e do tipo de relacionamento com o fornecedor. Depois haverá que definir os requisitos e os critérios com base nos quais será tomada a decisão. Falta a análise e avaliação das propostas e, obviamente, a escolha do candidato vencedor;
• Processo de transição: Compreende a elaboração do respectivo plano e agendamento de atividades. Nesta fase há igualmente que se definir todos os detalhes relativos ao período de transição dos processos face ao novo cenário do outsourcing e a sua integração com os restantes processos existentes na empresa;
• Acompanhamento e evolução do desempenho: Aferição do nível de desempenho do parceiro de outsourcing e, caso existam desvios significativos entre a performance esperada e a real, a implementação de medidas corretivas. Nesta última fase procura-se atingir o objetivo da melhoria contínua dos processos da organização.

Cuidados na prática

Bem aplicado e com fornecedores de confiança, o outsourcing ainda é um modo eficaz de cortar custos e melhorar os processos. No lugar de se dedicar à operação, o CIO passa a gerenciar contratos de níveis de serviço e assim fica livre para se preocupar com questões mais estratégicas. Mas isso acontece na teoria. A prática mostra que para o outsourcing dar certo há de se tomar cuidado com a seleção dos parceiros, os conflitos internos, a divisão de responsabilidades e as penalidades.
É comum o executivo se envolver com os problemas do dia-a-dia e não ter tempo para se dedicar ao planejamento estratégico. Um dos grandes benefícios do outsourcing é aliviar essa carga. Mas é preciso ter em mente que a terceirização é de atividades e não de responsabilidades. Antes de partir para o outsourcing, o gestor precisa definir o que será terceirizado, como e quais serão os pontos de controle. Quando existem muitos fornecedores, pode haver conflito.
Apesar das várias vantagens, o outsourcing deve ser praticado com cautela. Uma má aplicação pode implicar para as empresas um descontrole e desconhecimento de sua mão-de-obra, a contratação involuntária de pessoas inadequadas, perdas financeiras em ações trabalhistas movidas pelos empregados terceirizados, dentre outros problemas.
O processo de outsourcing em uma organização deve levar em conta diversos fatores de interesse, tais como a redução de custos e principalmente o foco na sua atividade-fim. Há um sério risco em atrelar o outsourcing à redução de custo, porque, na maioria das vezes, não é esse o resultado. O outsourcing precisa estar em conformidade com os objetivos estratégicos da organização, os quais irão revelar em que pontos ela poderá alcançar resultados satisfatórios.
O que não se deve terceirizar? O princípio básico é que não se terceirize a sua atividade-fim. Sendo assim, uma organização que desconhece a si mesma, em um processo de terceirização, corre sério risco de perder sua identidade e principalmente o seu diferencial competitivo. Mesmo na atividade-meio, só é permitido terceirizar quando não houver subordinação hierárquica, ou seja, locação de mão de obra é ilegal.
A atividade-fim de uma empresa é a razão de existir dessa empresa. Dentro do serviço público, têm-se exemplos de terceirizações satisfatórias, como é o caso dos serviços de limpeza. Neste caso, a terceirização é indicada pois a atividade-fim do serviço público não é a limpeza de seu patrimônio.
Criar uma cultura de outsourcing facilita. Para tanto, é aconselhável começar aos poucos, em processos nos quais os resultados são mais visíveis. Nesse caso, o contrato pode ser feito com fornecedores menores, tomando-se os cuidados necessários para que a decisão não aumente o risco. Já para processos mais complexos e críticos, é preferível optar por fornecedores grandes e sólidos, com muita experiência e que seja focado.
Caso haja vários processos a serem terceirizados, é melhor buscar um único fornecedor e fechar um grande contrato. Além de ter um tratamento diferenciado, evitam-se conflitos entre fornecedores. Fazer benchmark, buscar informações do fornecedor e trocar experiências também são procedimentos fundamentais para minimizar os riscos. Mesmo assim, a escolha exige muita pesquisa e consulta junto a quem já utiliza o serviço há mais tempo.
Flexibilidade do fornecedor é outro ponto importante, pois não existe um produto de prateleira que se adapte a todas as empresas. Por outro lado, o contratante deve ter o cuidado de alterar o mínimo possível os processos do fornecedor, sob o risco de não atingir todos os ganhos potenciais de economia de escala e melhores práticas.
Segundo Geraldine Fox, líder da prática de outsourcing global da consultoria européia Compass, diante dos riscos do outsourcing, o CIO precisa analisar o parceiro e o contrato, exigir que as cláusulas tragam todos os serviços bem descritos e especificados, e solicitar até mesmo um benchmark no contrato.
A especialista também recomenda uma revisão todos os anos, já que, segundo ela, a terceirização de serviços de TI, por exemplo, só apresenta custo baixo no primeiro ano. A partir da metade do segundo ano, a conta extrapola e os serviços chegam a custar até 30% mais do que manter a tarefa dentro de casa.

Diferenças entre Outsourcing e Terceirização

No Brasil, o termo “outsourcing” está mais relacionado à gestão estratégica, seja de tecnologia ou qualquer outro serviço. A mão-de-obra também faz parte do outsourcing, mas não da mesma forma como na até então já bem conhecida terceirização de pessoal, onde o trabalho sempre fora puramente “braçal” com pouco uso de tecnologia.
Exemplo de outsourcing: gerenciamento de redes de computadores, gerenciamento de equipamentos de impressão de documentos, gestão de segurança corporativa e outros serviços que necessitem de equipamentos, know-how e mão-de-obra especializada.
Exemplo de tercerização: trabalhos como faxina, portaria e segurança que quase sempre não requerem conhecimentos técnicos específicos e são comumente conhecidos como serviços tercerizados.

fonte: Brasiliano e associados

A Revolução no Ambiente de Segurança com a Biométrica Tecnologia



Ricardo Takeshi Yagi *

1. Introdução:

Vários filmes de ficção científica tem mostrado tecnologias como a impressão digital ou a íris, como meios de controle de acesso a locais restritos. A verdade é que, a tecnologia biométrica, responsável por tais façanhas, está hoje disponível ao nosso alcance, em plataformas de hardware PC e sistemas operacionais Windows, com custos acessíveis. Um equipamento que há alguns anos atrás custava US$2.000,00 hoje custa menos de US$200,00. É interessante destacar que o interesse dos clientes em utilizar a tecnologia é muito grande. Após os testes, e consequentemente maior conhecimento prático da tecnologia, o índice de aprovação da tecnologia é de mais de 90%, comprovando a facilidade em seu uso e a comodidade frente aos métodos tradicionais de senha ou cartões.

2. Um Pouco de História:

- Desde o início, o reconhecimento básico natural de um indivíduo era feito através da face e da voz. Marcas de nascença e cicatrizes eram também utilizadas.
- Também a necessidade de posse ou personalização, fez com que há milhares de anos atrás, o povo chinês utilizasse a impressão digital para autenticar um documento.
- Na Roma antiga, tatuagens eram marcadas em soldados, como forma de reconhecimento e meio de evitar a deserção.
- O povo ocidental passou a utilizar a assinatura para reconhecer a autoria de um documento.
- Em 1882, a polícia de Paris adotou o sistema criado por Alphonse Bertillion de medida de partes do corpo para a identificação de criminosos mas mostrou-se ineficiente.
- No final de 1960, o equipamento Identimat, foi o primeiro dispositivo biométrico a reconhecer a geometria da mão.
- O FBI, no final de 1960, começou a automatizar o reconhecimento através da impressão digital.
- Em meados de 1990, a tecnologia restrita para os sistemas criminais, começa a ser utilizado também em sistemas não criminais, devido a uma queda em seu preço, o que vem acontecendo até hoje.

3. O que é a Tecnologia Biométrica:

A palavra biométrica, originária do grego é a união das palavras Bios(vida) e Métron(medida), significando “Medida da Vida”.
A tecnologia Biométrica é o Reconhecimento Automático do Indivíduo através de suas Características Físicas ou Comportamentais Únicas.
As características físicas podem ser : Impressão Digital, Face, Íris, Retina, Geometria da Mão, Mapa Termal da Face, Veias da Palma da mão ou do dedo e outras.
As características comportamentais podem ser: Dinâmica da Assinatura, Dinâmica da Digitação, Reconhecimento pela Voz, pelo Movimento e outras.

4. Tecnologia Biométrica x Métodos Tradicionais:

O Controle de Acesso pode ser feito através dos seguintes processos:
1- Senha: é um conhecimento, pode ser roubado, copiado, deve ser substituído periodicamente, não deve ter similaridade com os dados pessoais como data de nascimento, nomes familiares, não possui irrefutabilidade( ou seja, se alguém utilizar sua senha, você não consegue provar que não foi você), pode causar sérios problemas quando esquecido, e existe a preocupação em ter de decorar e proteger N senhas.
2- Cartão: é um objeto, pode ser roubado, clonado, esquecido, quebrado, desmagnetizado, perde a validade, não possui irrefutabilidade.
3- Tecnologia Biométrica: não perde validade, você não esquece, é difícil de ser copiado, é irrefutável, é intransferível, é definitivo.
5. Template ou Registro Biométrico:
Toda tecnologia biométrica é baseada na comparação de “templates” que são registros específicos da característica física ou comportamental de cada indivíduo. No caso da impressão digital, por exemplo, os pontos geométricos que mais diferenciam um indivíduo do outro (também chamados de minutiae) são gravados em um registro chamado “template”. O tamanho de um template varia desde dezenas de bytes até mais de um kbyte, dependendo da tecnologia empregada. O template pode ser armazenado em cartões magnéticos, transponders, códigos de barra, laser cards, smart cards ou no próprio disco rígido da rede.

6. Como é feito o processo:

- Captura: Um dispositivo é utilizado para capturar a imagem ou informação básica da característica biométrica do indivíduo.
- Extração: Através de um leitor biométrico, são extrairdos os pontos geométricos que irão caracterizar unicamente o indivíduo (template).
- Comparação: Um algoritmo é utilizado para comparar dois templates.
- Autenticação: O resultado da comparação dos dois templates, trabalhando com uma precisão estabelecida previamente, determinará se o template apresentado pertence ou não ao indivíduo do template cadastrado.

7. Verificação x Identificação:

1) Verificação ou comparação 1:1 (um para um) é o método em que :
1.1)Você cadastra e grava um template associado a um índice que pode ser um número ou um nome.
1.2)Toda vez que você se apresentar através desse número ou nome, o template associado já cadastrado será comparado ao template solicitado.
Obs.:
1.3) Por exemplo, no caso da impressão digital, somente são registrados os pontos característicos do dedo e não sua imagem.
1.4) Exige menor poder de processamento e memória.
1.5) Normalmente utilizado para fins comerciais.
2) Identificação ou Comparação 1:N(um para ene) é o método em que:
2.1) Você cadastra e grava no mínimo um template, todos associados aos seus dados pessoais.
2.2) Toda vez que você se apresentar com sua característica biométrica ( por exemplo a impressão digital), o template gerado será comparado com o banco de dados de templates e trará os dados daquele template, cujo resultado será o seu nome e demais dados pessoais.
Obs.:
1.3) Por exemplo, no caso da impressão digital, são registrados os pontos característicos dos dez dedos(escaneamento rolado ou de unha a unha, para obter o máximo de informações dos dedos para comparação com um fragmento qualquer deixado em uma cena de um crime), juntamente com as suas imagens.
1.4) Exige maior poder de processamento e memória.
1.5) Normalmente utilizado para fins criminais e chamados de AFIS (Automated Fingerprint Identification Systems).
1.6) O reconhecimento pela íris e face são as tecnologias biométricas mais rápidas.

8. Critérios de Precisão:

1- Índice de Falsa Rejeição(FRR): é a probabilidade de que o indivíduo correto não seja reconhecido pelo sistema.
2- Índice de Falsa Aceitação(FAR): é a probabilidade de que o indivíduo não autorizado acesse o sistema.
3- Índice de Erro Equivalente(EER): é o ponto em que as duas curvas acima se encontram, simbolizando um equilíbrio entre os extremos.
- Para certos sistemas, é preferível que seja evitada a situação de uma falsa rejeição em detrimento a uma falsa aceitação ( Ex.: é crítico e necessário que um cliente de madrugada precisando retirar o dinheiro de um caixa automático possa retirá-lo). Mesmo neste caso, a segurança resultante da utilização da tecnologia biométrica é bem maior do que somente cartão+senha.
- Para certos sistemas, é preferível que seja evitada a situação de uma falsa aceitação em detrimento a uma falsa rejeição (Ex: é crítico e necessário que o presidiário correto é quem saia da penitenciária e não um outro presidiário).

9. Critérios para Avaliação de uma Tecnologia Biométrica (Análise Zephir)

1- Grau de intrusão: O grau em que o indivíduo se sente invadido pela tecnologia.
Por exemplo, a retina é mais invasiva, pois um feixe de luz deve atravessar sua retina.
2- Precisão: O que possui menor grau de falsa rejeição e falsa aceitação.
Exemplo: Íris, veias da palma da mão e do dedo.
3- Custo:
Exemplo: A tecnologia de menor custo é a da dinâmica da digitação.
4- Esforço: por parte do usuário.
Exemplo: O de menor esforço é o Reconhecimento da Face.

10. Tecnologia Biométrica: Impressão Digital:

- A tecnologia da impressão digital, é sem dúvida o que oferece maior precisão a baixo custo, mas pode apresentar limitações individuais em sua utilização.
- Quatro tipos de mecanismo de captura são utilizados para a obtensão do template da impressão digital: 1) leitor óptico, 2) dispositivo de variações de calor, 3) dispositivo sensor de sinais elétricos e 4) dispositivos de ultrasom.
- Alguns dispositivos alegam possuir detector de dedo artificial, feito por exemplo com silicone.
- A partir do template, é impossível restaturarmos a imagem do dedo, o que nos protege quanto a disseminação dessa informação, o que poderia nos trazer algum problema, se utilizado indevidamente.
- São capturados cerca de 30 a 80 pontos característicos(minutiae), sendo que bastam 12 para se caracterizar um indivíduo. Ver abaixo figura exemplo:
- O tamanho típico de um template de impressão digital está na faixa de 100 a 600 bytes.
- Exemplos: 1) Controle de Votação e Freqüência na Câmara dos Deputados em Brasília ( O senado está estudando a implantação da tecnologia Biométrica), 2) Controle de Acesso ao CPD da Telemar em Belo Horizonte, 3) Hospital Albert Einstein., 4) Datacenter da Tnext.

11. Tecnologia Biométrica: Reconhecimento de Face:


- O reconhecimento da face é utilizada para situações em que o esforço por parte do usuário é mínima e a precisão não é grande, geralmente em sistemas 1:N. Basicamente são situações de Vigilância/Monitoração de ruas e ambientes abertos/fechados com pouca variação nas condições ambientais;
- Uma das tecnologias de reconhecimento da face, baseia-se na caracterização de 80 pontos da face, com variação de ângulo de 300 para a direita ou esquerda;
- Pode trabalhar com o cadastramento de fotos normais 3×4 ou similares;
- Funciona com retrato falado;
- O tamanho do template varia de 84 bytes até mais de 1Kb;
- Robusto a diferenças como barba, bigode, óculos;
- Exemplos: 1) Newhan com 300 câmeras para Vigilância, 2) Controle de Fronteira em Israel, 3) Sistema de Votação no México, 4) Caixas Automático nos E.U.A.

12. Tecnologia Biométrica: Reconhecimento pela Íris:


- O reconhecimento pela íris é utilizada para sistemas que exigem alta segurança,
- O tamanho do template é de cerca de 512 bytes.
- Exemplos: 1) Bank United do Texas, 2) Aeroporto do Canadá, 3) Departamento do Tesouro dos E.U.A., 4) Citibank.

13. Conclusão:

A Tecnologia Biométrica proporciona um nível de segurança maior, assegurando a autenticidade do usuário, seja em um controle de acesso físico ou em uma transação via internet. Pode assegurar a autenticidade do usuário do cartão smart card, tendo o próprio template gravado nele (match on card).
Para a Internet, a Tecnologia Biométrica complementa a arquitetura de segurança de troca de informações com encriptação da informação com chaves públicas e privadas (PKI), assegurando 1- sua Integridade (a informação é genuína, não foi manipulada ou alterada), 2- Autenticação (verificando a identidade do remetente da mensagem) 3- Não Repudiação (assegurando que o remetente da mensagem não pode negar que a enviou) e 4- Confidencialidade da informação para as pessoas envolvidas.
Atinge o mercado de forma horizontal, fornecendo soluções para Condomínios, Clubes, Universidades, Hospitais, Bancos, Penitenciárias, Aeroportos, Rede de computadores de empresas, Sistemas de votação, INSS, Polícia Federal, Segurança em cidades, Shopping Centers, Eventos e outros segmentos.

* RICARDO TAKESHI YAGI, Engenheiro Eletrônico, Pesquisa e Implementa Soluções com Tecnologia Biométrica há mais de 12 anos, participou de projetos envolvendo tecnologias inovadoras: Banco 24 Horas, OLTP (On Line Transaction Processing), EDI (Eletronic Data Interchange), Projeto Banco 30 Horas, Automação Bancária da Fujitsu, Biometria na Serasa, Banco Itaú, Congresso Nacional e Piloto Unibanco com Íris, é Diretor de Soluções Tecnológicas da ID-Tech.

Relembre assaltos que intrigaram o Brasil e o mundo

Relembre assaltos que intrigaram o Brasil e o mundo

terça-feira, 5 de abril de 2011

Palestra como proteger as organizações dos riscos corporativos e acabar com a s crise de comunicação;


http://mail.mailig.ig.com.br/mail/?ui=2&ik=ad33296ef6&view=pt&search=mbox&th=12f277d018093e90

ISC BRASIL/ INTER SECURITY 2011

Olá pessoal quero saber quem vai estar no evento da ISC Brasil/Inter Security, com certeza eu estarei lá.
pelo Email que eu estou recebendo acredito que vá ter novidades legais por lá, afinal temos grandes eventos a serem realizados aqui no Brasil, e com certeza muitas empresas vão querer sair na frente mostrando tudo de melhor que tem. 

A IMPORTÂNCIA DA ANTECIPAÇÃO NA SEGURANÇA EMPRESARIAL: CENÁRIOS PROSPECTIVOS



No segmento da segurança pública e privada, no Brasil, a antecipação não é amplamente praticada porque quando as coisas estão indo bem, pode-se gerenciar sem ela (antecipação) e quando as coisas estão indo mal, é muito tarde para ver além dos nossos narizes. Nesse caso é necessária uma ação rápida, em regime de urgência, em regime de “bombeiro”. No entanto a reação não é um fim em si mesmo. Ainda que desejável em curto prazo, esta leva a nenhum lugar se não está direcionada em direção aos objetivos de médio e longo prazo, tanto da empresa como das instituições. Como disse Sêneca, “não existe vento favorável para o homem que não sabe para onde ele está indo”.
A prospectiva não pode ser dissociada da estratégia, portanto podemos adotar o termo prospectiva estratégica em segurança. Prospectiva estratégica em segurança não é somente uma abordagem exploratória (antecipação estratégica) como também uma abordagem normativa. Continuado com a tradição do planejamento estratégico e gerenciamento estratégico, a prospectiva estratégica, em segurança, enfatiza a importância de pensamento de médio e longo prazo, além de alternativas estratégicas. Para isso há a necessidade de resolver coletivamente e com uma visão sistêmica – holística – do risco. Para isso a construção de cenários prospectivos em segurança exige o uso de metodologia apropriada para poder reconhecer o problema e encontrar soluções aceitáveis. É claro que, nós devemos ter em mente os limites impostos pela formalização e relembrar que as pessoas são guiadas pela intuição e paixão assim como pela lógica.
Os modelos são invenções da mente as quais representam um mundo que não quer permanecer trancado numa jaula de equações. E melhor ainda, já que sem essa liberdade, qualquer vontade guiada por desejo não poderá levar a lugar nenhum! Como resultado, nossa convicção é: use todos os poderes da razão!
As pessoas não podem ser reduzidas a uma mente racional (o hemisfério esquerdo); elas são também guiadas por suas faculdades emocionais (o hemisfério direito). Há a necessidade de integrar a visão intuitiva e o pensamento racional, já que ambos são necessários. A escolha depende das circunstâncias. Escolas racionais e heurísticas de planejamento de cenários só parecem estar em oposição; quando, na verdade, elas são complementárias.

A coleta de opinião com Peritos: Dos Cenários às Estratégias
Infelizmente não existem estatísticas para o futuro e muitas vezes o julgamento pessoal é a única informação disponível para lidar com o desconhecido. É então necessário coletar as opiniões de outras pessoas antes de formar a sua própria e daí apostar na forma de probabilidades subjetivas. Assim como no caso do jogador de cassino, é só com base de uma série de jogos que um pode julgar a qualidade de suas apostas. Similarmente, a competência dos peritos é quase sempre questionada. Nossa convicção é simples: visto que, como um perito representa uma típica opinião de um grupo de participantes, é importante considerar o ponto de vista do mesmo. Na verdade, é desta visão do futuro, sendo esta certa ou errada, que estes participantes poderão traçar seu curso.

As cinco questões básicas perguntadas em prospectiva estratégica
Como dois amantes unidos num abraço, prospectiva e estratégia permanecem entidades distintas e é necessário distinguir entre:
1) um tempo para antecipação, em outras palavras, o estudo de mudanças possíveis e desejáveis, e
2) um tempo de preparar a ação: em outras palavras, a elaboração e a avaliação de possíveis escolhas estratégicas para poder estar preparado para mudanças esperadas (pré-atividade) e provocar mudanças desejáveis (pró-atividade).
A dicotomia entre a exploração e o preparo da ação implica as cinco seguintes questões:
(Q1), o que pode e deve acontecer?
(Q2), o que eu posso fazer?
(Q3), o que eu vou fazer?
(Q4), como eu vou fazê-lo? E a pré-questão essencial,
(Q5), quem sou eu?
Muitas vezes ignorada, a última questão é o ponto de partida de do procedimento de Marc Giget (1998). No entanto esta identificação preliminar ecoa na famosa lição de Sócrates, “conhece a ti mesmo”.
Somente a abordagem prospectiva com uma atitude pré-ativa e pró-ativa é focada na questão “o que pode e deve ser feito?”
(Q1) Transforma-se em estratégia quando uma organização pergunta a si mesma: “o que nós podemos fazer?”
(Q2) Uma dessas duas questões têm sido respondidas, a estratégia vem de “o que nós podemos fazer?”
(Q2) para duas outras perguntas: “o que nós vamos fazer?”
(Q3) e “como nós vamos fazê-lo?”
(Q4) Por isso a sobreposição entre prospectiva e estratégia.
Existem, sem dúvida, estudos futuros não contendo nenhum papel estratégico bem delineado para um personagem, como também uma análise estratégica de empresas ou setores cujo interesse no futuro é embrionário ou mesmo inexistente.
Em benefício da transparência, a expressão “prospectiva estratégica” irá, portanto ser reservada para estudos de futuros tendo ambições estratégicas e pontos finais para aqueles que se incumbem deles.

Conclusão
A grande importância da construção de cenários para a segurança empresarial é a tentativa da antecipação. Temos que possuir condições de construir os nossos cenários mais provável, o de tendência e o ideal. Para a área da segurança há a necessidade de exercitar visando prospectar. Quando houver uma formalização da construção de cenários, a área de segurança terá plena condição de poder monitorar as probabilidades, tanto boas como ruins, dos inúmeros fatos portadores de futuro e suas conseqüências. A partir daí o nosso setor poderá antecipar situações desfavoráveis e traçar estratégias consistentes preventivas.

Fonte: BRASILIANO & ASSOCIADOS

GESTÃO DE PROJETOS E PLANOS DE CONTINUIDADE parte 01

Olá, estarei colocando a disposição de todos uma serie de artigos relacionados com gestão de projetos e planos de continuidade.


GESTÃO DE PROJETOS E PLANOS DE CONTINUIDADE


OBJETIVOS

  • Promover conhecimento sobre as diversas utilizações estratégicas das ferramentas de planejamento, mais especificamente, pela análise aprofundada da Gestão Administrativa sob a forma de análise, aplicação e gestão de projetos estratégicos, táticos, e operacionais capazes de trazer segurança e efetividade na gestão dos negócios.

  • Desenvolver profissionais com competências para compreender, conduzir ou participar do processo de administração de projetos em todos os seus níveis, seja como membros de equipes, gerentes de projetos de pequeno ou grande porte, gerentes de escritórios de administração de projetos e alta direção de empresas de todos os segmentos.


INTRODUÇÃO:

A humanidade sempre realizou a atividade prática de desenvolver e gerenciar projetos, mas só nos últimos anos essa prática foi reconhecida como uma disciplina. Programas de mestrado e de pós-graduação em nível de especialização começaram a surgir por todo o mundo.

A competição entre empresas para lançamento de produtos ou serviços está se tornando cada vez mais acirrada, e está baseada na eficiência da utilização do tempo e da gestão de custos. As organizações, então, praticam um gerenciamento de projetos com métodos sólidos como forma de adquirir vantagem competitiva.

Assim como no ambiente empresarial, em todos os setores de nossa vida podemos aprender a trabalhar de maneira mais racional, poupando energias e recursos. Uma maneira de atingir este objetivo é através de um gerenciamento eficaz nos projetos.

A gerência de projetos está ligada a segmentos de trabalho bem específicos, que se opõem às operações continuadas de uma empresa.

Todos os participantes de um projeto, desde aquele que é integrante de uma equipe temporária de trabalho ao patrocinador do projeto, tornam-se mais eficazes quando compreendem a dinâmica e a lógica do gerenciamento de projetos.

O conjunto de ferramentas de gestão de projeto produz decisões racionais com base na precisão das informações, conduzindo a níveis mais altos de produtividade. A correta aplicação deste conjunto de ferramentas nas empresas, além de aumentar a produtividade, ajuda o desenvolvimento de gerentes de projeto eficazes.

A arte da gestão de projeto é aplicar a ciência para alcançar o sucesso.

O primeiro passo para isso é adquirir o conjunto de ferramentas básicas para definir, planejar e controlar os projetos.

O segundo passo consiste em praticar com o conjunto de ferramentas.

A prática da arte da gestão de projeto inicia com o entendimento da ciência da gestão de projeto e com fé em sua funcionalidade.

A gestão de projeto exige muito trabalho, persistência, dedicação e resistência para enfrentar os obstáculos e também a oposição de pessoas que consideram a organização, a definição e o planejamento uma perda de tempo. Essa oposição é muito difícil de ser vencida, principalmente se partir do nível hierárquico superior ou do cliente.

O gerenciamento de empreendimentos de sucesso consiste em implementar projetos com foco no cumprimento de prazos, nos custos, qualidade, especificação e satisfação do cliente. Essa administração também requer a gerência de recursos materiais, recursos humanos e financeiros para a realização eficaz de projetos – sejam eles de grande envergadura ou de pequeno porte.

O bom gerenciamento tem como característica fundamental a habilidade de tratar empreendimentos multidisciplinares que apresentem alto grau de complexidade em todos os seus aspectos, aplicando tecnologias de ponta para o gerenciamento,

Em cada etapa do trabalho – envolvendo desde o planejamento, acompanhamento de atividades e a gestão de riscos e crises até as equipes de monitoramento, fiscalização e capacitação do usuário final.

O Gerenciamento de projetos (GP) é uma área de atuação e conhecimento que tem ganhado, nos últimos anos, cada vez mais reconhecimento e importância. Um dos principais difusores do gerenciamento de projetos e da profissionalização do gerente de projetos é o Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI - Project Management Institute).
Fundado nos Estados Unidos em 1969 e atualmente difundido em mais de 120 países, o PMI é distribuído geograficamente pelo mundo em Capítulos. Existe o Capítulo Brasil do PMI além de capítulos em diversos estados brasileiros.
Duas das principais iniciativas do PMI na difusão do conhecimento em gerenciamento de projetos são a certificação profissional em gerência de projetos — Project Management Professional (PMP) e Certified Associate in Project Management (CAPM) — e a publicação de um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK® - Project Management Body of Knowledge).
Na definição do Project Management Institute, um projeto pode ser definido como:

“Um conjunto temporário de atividades que tem como objetivo a criação de um produto     ou serviço exclusivo”
 
  






Fatores motivacionais para a adoção de práticas que resultem em um trabalho com projetos bem gerenciados

Cenários nas Empresas

·        As empresas necessitam surpreender a concorrência com produtos e serviços inovadores;
·        Obter ganhos reais de produtividade;
·        Conquistar maior participação no mercado;
·        Usar a informação como vantagem competitiva;
·        Reduzir o “Time to market”;
·        Antecipar-se às novas demandas de mercado;

No cenário internacional (capitalista e globalizado), em que o Brasil está atualmente inserido, é consenso entre profissionais de desenvolvimento de projetos e analistas econômicos, de que não se pode mais prever:

·        Crescimento de mercado;
·        Demanda dos clientes;
·        Ciclo de vida dos produtos;
·        Taxa de evolução tecnológica;
·        Natureza da competição.

Uma Nova Realidade Mundial

Dar solução e respostas a estes questionamentos e novas situações mercadológicas é a busca incessante da empresas atualmente.

Algumas delas são:

·        Clientes assumem o controle
·        Fim do mercado de “massa”;
·        Consumidores maduros são exigentes e comparam...
·        A concorrência se acirra
·        Há excesso de oferta e grande variedade de produtos;
·        “Adequado” já não é suficiente.
·        A mudança é a regra
·        Como prever o imprevisível?
·        Como inovar, criar, ousar?
·        Globalização corporativa
·        Numerosas fusões e reorganizações
·        Pressão por resultados mais rápidos


Benefícios que são proporcionados pelo Gerenciamento de Projetos

·        Aumento da confiança e da segurança do empreendedor;
·        Melhor controle dos projetos;
·        Melhor administração de mudanças;
·        Maior número de projetos bem sucedidos devido à melhora na performance;
·        Melhor definição dos objetivos do projeto;
·        Uma quantificação dos possíveis problemas;
·        Evita surpresas durante a execução dos trabalhos;
·        Antecipa as situações desfavoráveis que poderão ser encontradas, para que ações preventivas e corretivas possam ser tomadas antes que essas situações se consolidem como problemas;
·        Disponibiliza os orçamentos antes do início dos gastos;
·        Agiliza as decisões, já que as informações estão estruturadas e disponibilizadas;
·        Aumenta o controle gerencial de todas as fases a serem implementadas devido ao detalhamento ter sido realizado;
·        Facilita e orienta as revisões da estrutura do projeto que forem decorrentes de modificações no mercado ou no ambiente competitivo, melhorando a capacidade de adaptação do projeto;
·        Otimiza a alocação de pessoas, equipamentos e materiais necessários;
·        Documenta e facilita as estimativas para futuros projetos.

Fatores de Sucesso de um Projeto

Um projeto é bem sucedido quando é realizado conforme o planejado, e principalmente que atinge os seguintes objetivos:

·        Conclusão dentro do tempo previsto;
·        Conclusão dentro do orçamento previsto;
·        Utilização eficiente dos recursos (materiais, equipamentos e pessoas), sem desperdícios;
·        Qualidade e desempenho desejados;
·        Mínimo possível de alterações de escopo original;
·        Aceitação sem restrições pelo contratante ou cliente;
·        Ausência ou minimização de interrupções ou prejuízos das atividades normais da organização;
·        Não agressão à cultura da organização.