quinta-feira, 21 de julho de 2011

Câmeras de segurança inibem ocorrências policiais

Câmeras de segurança inibem ocorrências policiais

A instalação de câmeras de segurança na região central, parques e terminais de ônibus de Curitiba vem reduzindo o número de ocorrências policiais nos pontos monitorados.

As prisões em flagrante feitas pela Guarda Municipal caíram 40% entre 2008 e 2010. Em 2008, foram 151 flagrantes e no ano passado, 92.

"Os números significam que as câmeras estão inibindo ações criminosas", afirma o diretor da Guarda Municipal, Odgar Nunes Cardoso. Atualmente, 88 câmeras de segurança estão em operação em Curitiba, sendo 45 na região central e outras 43 distribuídas pelas nove Regionais.

“Hoje, o monitoramento eletrônico é fundamental no combate à criminalidade. Além de ser um instrumento poderoso nas ações dos órgãos de segurança, a própria existência das câmeras já assusta os criminosos”, acrescenta o diretor da Guarda.


Polícia Militar encena medidas de segurança para a Copa do Mundo


Polícia Militar encena medidas de segurança para a Copa do Mundo
Simulações foram realizadas no dia 13/07, em Curitiba. Secretário da Segurança Pública diz que policiais estão prontos.
Sete minutos e 25 segundos é o tempo que as delegações e autoridades presentes para os jogos da Copa do Mundo de 2014, em Curitiba, levarão para se deslocar de um hotel de luxo do centro da cidade até a Arena da Baixada, estádio que receberá o mundial. O trecho de aproximadamente 3 km terá batedores da Diretran e escolta do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope).
O tempo foi cronometrado pela reportagem durante uma demonstração realizada pela Polícia Militar na manhã do dia 13/07. O objetivo, segundo a nota oficial, era treinar a segurança em eventos públicos de grande porte, como a Copa do Mundo e a Copa das Confederações. O texto diz que os policiais estão prontos para as ocorrências críticas.
Caso Curitiba seja sede da Copa das Confederações, faltam dois anos para o início da competição. O comandante do Bope, Nerino Mariano de Brito, diz que "não se prepara uma tropa antiterrorista em semanas ou meses". Um soldado do Bope, ao apontar para motos em alta velocidade, orgulha-se: "Não começamos ontem".

Percurso
O treinamento durou cerca de três horas e começou com o comboio escoltado do hotel ao estádio. No ônibus da frente, a imprensa; no de trás, as "autoridades" (vereadores, secretários do governo e pessoal da Justiça). O percurso é bloqueado, a cada quadra, por batedores em motocicletas de 600 cilindradas.

Sob os olhares curiosos de pedestres e motoristas, e rodeado por viaturas do Bope e dois helicópteros, o comboio não para nenhuma vez até chegar ao estádio. "A orientação é para que não pare nunca, para que as pessoas, paradas, não virem um alvo fácil", afirma o tenente do Bope Marcos Peres.
Na entrada do estádio, mais simulação. Um pequeno explosivo é escondido em uma das rodas de um ônibus. É então localizado pelo cão farejador (que também anda fardado), retirado e detonado em segurança pela equipe do Esquadrão Antibombas. A roupa utilizada pelo perito treinado na Argentina pesa 35 kg e protege contra estilhaços e calor, além de amortecer a queda em caso de explosão.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

funcionamento da heurística e roteador Wi-Fi

Chegamos a outra quarta-feira e, com isso, a outra pacotão da coluna Segurança Digital doG1. Hoje respondemos as seguintes dúvidas: o que é afinal a heurística para a detecção de pragas virtuais? O que é a diferença de “Mbps” em um roteador Wi-Fi? Existe equivalência ou compatibilidade dos programas (e dos vírus) de Windows no Linux? Confira!


A heurística é um conjunto de tecnologias para identificar um arquivo. Os detalhes dependem de cada produto (Foto: Divulgação) 
>>> Funcionando da varredura por vírus
Poderia explicar a detecção de um antivírus? Sei que alguns varrem o PC por vírus conhecidos com assinaturas digitais. Agora essa heurística - ela procura o que afinal?
Sergio Fernando Ferreira do Nascimento
A assinatura que os antivírus usam nada mais é do que um trecho do código do vírus, que permite identificar a praga unicamente entre todos os outros arquivos do PC. É uma “marca” do código do vírus.
Já a heurística é um nome genérico para um conjunto de tecnologias que permitem a identificação de um vírus sem que o software precise de uma assinatura específica para ele. Não existe uma definição clara para o que é a heurística – as empresas usam como forma de mostrar que não dependem apenas de assinaturas, embora isso hoje não seja muito impressionante, já que a grande quantidade de vírus novos criados a cada dia obriga que algo além de assinaturas seja utilizado.
A heurística pode depender de uma análise do arquivo e suas funções, buscando por coisas mais genéricas e comuns a vírus. Por exemplo, um método heurístico pode suspeitar de arquivos que tenham uma rotina de envio direto de e-mails, que é muito comum em pragas que se espalham por esse meio, mas que não comum em outros softwares de correio eletrônico, que enviam e-mail usando um servidor SMTP em vez de fazer isso diretamente.
Assinaturas genéricas podem ser interpretadas de forma mais flexível, buscando trechos de código em diferentes partes do arquivo – algo que não seria possível com um sistema de verificação simples de assinatura.
Observando essas características e juntando outros fatores, um antivírus pode dar uma “pontuação” para um arquivo, indicando o quão suspeito ele é. Quando um software permite que você configure a agressividade da heurística, normalmente é uma configuração que, nos bastidores, estabelece a pontuação mínima para o antivírus dar um alerta. É claro que, com isso, podem acabar ocorrendo alarmes falsos.
Por isso mesmo que números de heurísticas devem ser vistos com, no mínimo, suspeita. Um software pode detectar milhões de dados como maliciosos, mas eles precisam ser analisados manualmente para comprovar que existe o problema, já que a heurística é sujeita a erros.

Roteadores Wi-Fi variam em padrão de transmissão e, com isso, de qualidade (Foto: Divulgação)Roteadores Wi-Fi variam em padrão de
transmissão e, com isso, de qualidade
(Foto: Divulgação)
>>> Roteador
Eu tenho conexão 3G na minha casa e queria comprar um roteador 3G para usar com os outros equipamentos. Gostaria de saber no que difere 54, 100, 150, 300 Mbps?Rafael Medina
É simples Rafael: é a velocidade máxima de transferência do roteador. Como a conexão 3G não chega a essas velocidades, não vai fazer diferença nenhuma no acesso à internet. Esses números também não têm relação direta com a potência (alcance) do roteador.
A diferença vai ficar por conta do acesso entre os computadores da própria rede. Se você quiser ligar vários computadores nessa rede e transferir dados entre eles – por exemplo, um jogo, ou outros arquivos – a velocidade total será maior, permitindo inclusive que mais computadores sejam conectados ao mesmo tempo na rede sem fio.
Isso não interfere de modo algum na segurança do roteador. O que você deve observar, quanto à segurança, é o tipo de autenticação disponível, embora praticamente qualquer roteador hoje tenha suporte a WPA2 – que é a tecnologia que você quer utilizar se deseja manter sua rede sem fio segura.
Observe, porém, mais um detalhe: velocidades acima de 54 Mbps dependem do protocolo 802.11n, que opera em uma frequência diferente. Além de ter um alcance diferenciado, ele pode causar mais interferência e nem todos os receptores aceitam esse padrão.
>>> Migração para Linux
Estou querendo migrar para o Linux Ubuntu, mas vou começar a estudar na área de Webdesign, Desenvolvimento web. Existem softwares para Linux que possam "substituir" de certa forma a suíte Adobe e se é possível trabalhar nessa área usando o Linux?
Andrei
Andrei, na área de desenvolvimento web no sentido de programação é possível, sim, trabalhar com Linux, pois ele possui ótimas ferramentas para isso. Porém, quanto ao design, suas ferramentas são mais limitadas que as de Windows. Além disso, para fins de testes de navegadores, você vai precisar de um computador ou máquina virtual com Windows para realizar testes no Internet Explorer.
Alguns softwares que você poderá utilizar são o Gimp, o Inkscape, o NVU e o Bluefish
Outra opção é utilizar alguma camada de compatibilidade do Linux com programas Windows, como o Wine e CrossOver. Mas atenção: essas camadas de compatibilidade conseguem inclusive executar alguns poucos vírus para Windows. Então se certifique de que os softwares que você vai executar estão limpos.
Apesar disso, para algumas áreas não existirá software para Linux com todas as funções que existe para Windows, e nem mesmo os aplicativos para Windows poderão ser executados com um desempenho aceitável.

Fonte G1.com

Corrida contra o tempo: como o planejamento pode garantir uma vida produtiva e mais tranquila?

Com tudo na ponta do lápis, fica bem mais fácil cumprir todas as obrigações com menos estresse, garante especialista.

Os tempos são outros, mas a correria continua a mesma. Homens e mulheres ganharam novas atribuições no dia a dia, mas a vontade de que as 24h diárias se transformem em 48 não deixou de existir, para ambos. Assim, planejar cada passo é fundamental. Com tudo na ponta do lápis, fica bem mais fácil cumprir todas as obrigações com menos estresse, garante especialista.

O que fazer para organizar o tempo? "É necessário, antes de tudo, definir aquilo que é importante. Pode ser ter mais tempo para estar com a família, ou para sair com os amigos, ou até para fazer algo que goste, como cozinhar. O importante é que exista um foco. A partir disso, deve-se traçar um planejamento da sua semana, e compartilhar isso com a família, afinal, de que adianta conseguir alguns horários livres para estar com a família se eles tiverem outros compromissos nesse horário?", afirma Christian Barbosa, especialista em administração do tempo e produtividade.

"Outra ação importante é respeitar o horário de trabalho. Salvo exceções, ninguém precisa ficar todo os dias até as 22h no trabalho. Se isso acontece, é porque você não está sabendo utilizar o seu horário de expediente de maneira produtiva", destacada Christian.

E como a falta de planejamento pode ser prejudicial? No aspecto "família", Christian destaca que deixar de separar um tempo para a esposa ou marido, filhos, pais, irmãos cria o risco de exclusão natural de todas as atividades que são programadas. "É na família que você renova as energias para começar um novo dia de trabalho", lembra o especialista.

Yiannos Ioannou/ iStockPhoto
Com tudo na ponta do lápis, fica bem mais fácil cumprir todas as obrigações

Quando o assunto é "carreira", Christian ressalta que "a produtividade de quem não é organizado tende a ser extremamente baixa. Isso porque a pessoa não consegue se lembrar de tarefas a serem cumpridas, prazos, não encontra informações em sua mesa, não tem o controle sobre a agenda. Ou seja, o tempo que ele pode perder procurando essas informações poderia ser revertido para a realização de outras atividades".

E se as coisas andam fora dos eixos, a saúde também sofre. "Um dos principais problemas de quem não planeja o seu tempo é deixar em segundo plano a saúde. Conheço muitos profissionais que só foram ao médico quando a situação já estava muito precária, e eles tiveram que ficar internados. Não tem como ser extremamente produtivo sem estar com a saúde em ordem", conclui Christian Barbosa.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Aprender Eletronica - Apostilas de CFTV download gratis

Olá pessoal, deixo a disposição um link, onde vocês poderam baixar gratuitamente inúmeras apostilas de CFTV, Câmeras de segurança, eletrônica, entre outros temas.
Acesse e confira.
Programa de Afiliados Cursos 24 Horas





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Líderes "delargadores": delegar tarefas não é simplesmente passar a bola

A grande maioria dos líderes reconhece que a centralização de tarefas baseada no equívoco de que podem ser onipresentes – como Deus – provoca sua ineficácia no papel que exercem ao comprometer a performance de suas equipes e de si mesmos.
É fácil defender a atitude de quem distribui adequadamente os afazeres entre seus subordinados, mas, ao mesmo tempo, também constatar como as pessoas têm dificuldades para conduzir este processo. Os resultados provam isto.
Creio que o principal problema reside na própria compreensão conceitual. Muitos dos gestores acreditam que delegar tarefas é apenas uma forma de deixarem de lado aquilo que não é importante, isto é, conseguir se livrar de uma série de coisas que qualquer pessoa pode fazer.
Esta apreciação incorreta os leva a despejar atribuições nas mãos de quem ainda não está preparado para assumi-las e mais à frente, é claro, se deparam com uma performance aquém do liderado e a frustração de ambos. Contudo, tal atitude não pode ser intitulada como resultado da delegação e sim da "delargação".
"Delargar" (que me perdoem os gramáticos) é exatamente isso! Repassar a responsabilidade pela execução de uma tarefa para alguém que não possui experiência ou conhecimento suficiente para tal e aguardar uma boa entrega logo adiante. Afinal de contas, "delargadores" creem que delegar é simplesmente redistribuir responsabilidades, pouco importando tudo mais que precisa ser feito.
Portanto, para delegar corretamente é necessário que o líder compreenda que ele precisa reservar tempo ao liderado. Acompanhá-lo enquanto ele aprende as novas funções e ainda não está seguro para caminhar sozinho. Demonstrar-se disponível para que as pessoas tenham a liberdade de fazer as perguntas que evitarão erros tolos mais a diante.
Este processo precisa ser percebido como uma estratégia não apenas para que você consiga mais tempo em sua agenda e sim um meio para promover o amadurecimento de sua equipe de trabalho, principalmente quando combinado com empowerment.
Mas, o que o empoderamento significa exatamente? Praticar empowerment é enriquecer o cargo de alguém com responsabilidades que proporcionem o seu desenvolvimento. Destacar novas atribuições que ampliem o horizonte de percepção deste profissional e viabilizem oportunidades futuras para o mesmo na companhia sem que, a curto prazo, ele necessariamente tenha de mudar de cargo.
Contudo, tenha sempre em mente que você delega a execução da tarefa e a corresponsabilidade ao liderado, mas o encargo maior pelo resultado da tarefa ainda continuará em suas mãos. Como a um técnico de futebol que possui autonomia para escolher quem irá escalar na equipe titular, o jogador que baterá o pênalti decisivo e qual esquema tático será utilizado, são os bons resultados que o sustentarão no cargo.
Muitas pessoas que se frustram ao delegar tarefas e voltam a atuar como centralizadores por acreditarem que seus liderados são incapazes de assumir novas funções não sabem conduzir este processo corretamente. São apenas "delargadores".

sábado, 9 de julho de 2011

Nova modadlidade de roubo a carros

É bom nos prevenirmos, pode realmente agirem dessa ou de outras formas parecidas..


Esperam num estacionamento,  e depois de você sair do carro, eles mudam a placa e ficam à espera.
Depois, te seguem, te ultrapassam e mostram a placa pela janela, como se ela se tivesse desprendido do teu
carro.
Talvez você fique um pouco espantado por ver a tua placa ali mas, sem desconfiar e porque acha que ela caiu,               resolve parar para recuperá-la e agradecer a  quem tão "generosamente" deseja devolver a placa que você nem reparou que tinha caído...
Parar é tudo o que eles querem que você faça e aí já é tarde demais e terá sorte se não for violentamente tratado, raptado, ferido ou morto (que ironia: será ótimo se for apenas um assalto).
Não pare, seja por que motivo for. Uma placa não é nada, comparada com a tua integridade física.
Pense no que poderá acontecer, antes de agir.
Os criminosos são espertos e podem ser extremamente violentos quando querem conseguir alguma coisa.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Delegacias utilizam novo sistema de gestão

são paulo - A questão da segurança ainda é um dos maiores entraves das administrações públicas nas grandes cidades. De olho nisso, São Paulo deverá ficar atenta aos principais pontos que norteiam o novo sistema de gestão da Polícia Civil nas delegacias da capital. As principais questões que estão sendo analisadas são: rapidez, eficiência e cortesia.



A primeira fase do projeto, intitulado "Novo Sistema de Gestão Humana e Material das Unidades Territoriais da Polícia Civil da Capital", iniciou-se nesta segunda-feira (04), na zona norte e leste, com o objetivo de conquistar a credibilidade da população, agilizar o registro de ocorrências, estimular o trabalho dos funcionários e aprimorar as investigações policiais.



Depois de visitas em campo, entrevistas, reuniões, estudos da Academia de Polícia Civil (Acadepol) e do Instituto Nacional de Desenvolvimento Gerencial (INDG), a Polícia Civil mudará o padrão de atendimento e de gestão vigente a quase 40 anos. O pacote de mudanças inclui a criação do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) da Polícia Civil, que vai receber reclamações durante 24 horas, e a alteração na carga horária de trabalho dos funcionários

Do puxa-saco ao proativo: como a liderança deve lidar com os diferentes tipos de liderado?

Diálogo deve basear a relação, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Motivar, chamar a atenção, garantir resultados. Estes são só alguns dos atributos da liderança que também tem como um dos principais desafios lidar com os diferentes tipos de profissionais.

De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, independentemente do tipo do profissional, o diálogo deve basear a relação entre líder e liderados.

O diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, concorda e lembra que todos os perfis têm lados positivos e negativos, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Perfis

Do puxa-saco ao proativo, os especialistas consultados pelo portal InfoMoney dão dicas sobre como a liderança pode trabalhar com os perfis mais comuns.
  •  Puxa-saco: clássico nas empresas, o puxa-saco concorda com tudo que é proposto pelo líder e tenta o tempo todo se promover. Dessa forma, dizem os especialistas, ele acaba sendo desvalorizado por colegas e pela liderança.
Ao líder, cabe mostrar que esse comportamento não é o ideal, deixando claro que a pessoa não irá obter benefícios com ele. É ainda necessário salientar que o profissional precisa trazer novas ideias.
  • Injustiçado: na maior parte das vezes, trata-se de um profissional que está há mais tempo na empresa e que acredita que merecia uma promoção ou um aumento salarial. Como isso não ocorre, ele tende a se sentir desvalorizado.
Com profissionais nesta situação, o líder deve conversar e apresentar perspectivas de crescimento, não deixando de apontar quais os caminhos que a pessoa deve percorrer para chegar lá. Em outras palavras, o que é esperado do profissional.
  • Apático: segundo os especialistas, o profissional apático merece atenção redobrada da liderança. Isso porque, muitas vezes, a apatia pode ser confundida com insegurança ou mesmo se tratar de um caso de introversão.
    Jacob Wackerhausen/ iStockPhoto    
       
     Diálogo deve basear a relação, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um     

Para tirar a dúvida, o líder deve observar cuidadosamente se a pessoa traz ou não resultados para a empresa. Em caso positivo, ele deve mudar a forma de agir com o profissional, tentando trazê-lo para mais perto. Se for avaliado realmente como apático, a saída é investir por um tempo na motivação do profissional.
  • Dependente: o profissional dependente sempre aguarda as resoluções dos parceiros, pares ou da liderança, o que demonstra uma grande dose de insegurança.
Primeiramente, o líder deve tentar investigar os motivos que deixam o profissional inseguro e tentar desenvolver nele as características de liderança. Isso porque, dizem, tais profissionais devem aprender a deixar de ser coadjuvantes para assumir as características de liderança em uma eventual necessidade.
  • Competente demais para a função: para os especialistas, essa é uma característica da geração Y. Entretanto, profissionais mais experientes que, por algum motivo, tiveram de assumir cargos com menor responsabilidade do que o que exerciam anteriormente também são acometidos por este sentimento.
Assim, para que este profissional não se desmotive e deixe de entregar resultados, o líder deve apresentar a ele um plano de carreira.
  • Quer o lugar do chefe: ao contrário do que se possa imaginar, profissionais que demonstram querer o lugar do chefe não são mal vistos pelas empresas, desde que, é claro, essa disputa não seja de forma desleal.
Se for de maneira saudável, dizem, é excelente para o líder, pois alavanca a carreira dele, servindo como um propulsor para o chefe, que pode ocupar posições mais altas.
Dessa forma, o líder deve valorizar este profissional, dando sempre feedbacks e trabalhando os pontos negativos.
  • Proativo: valorizado nas empresas, o proativo é aquele que sempre está a frente dos outros e dá ótimos resultados.
Ao líder, cabe tentar mantê-lo motivado e valorizado, não esquecendo, contudo, de colocar os limites necessários para que a pessoa não exagere e não acabe ultrapassando-os