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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Manual de Segurança para Crianças - Como Proteger seus filhos dos perigos do dia-a-dia


Mais de 6 mil crianças morre todos os anos no Brasil, vítimas de acidentes dentre 140 mil hospitalizadas entre 0 e 14 anos.
no mundo são mais de 50 milhões de crianças com sequelas e 800 mil morrem vítimas de traumas causados por acidentes.
Isso pode ser evitado com atitudes simples no dia-a-dia, e esse manual traz ótimas instruções de como fazer isso e minimizar as chances de acidentes com seus filhos.
Não deixe que suas crianças "entre para as estatísticas", por falta de prevenção.

Manual Segurança Pessoal como não se tornar uma vítima da violência


Esse manual foi produzido pelo Grupo GR, e trata da Segurança Pessoal, como o devemos fazer, ou não fazer para não se tornar uma vítima da violência.
Principais ameaças tratadas no manual:
Sequestro relâmpago;
sequestro com pedido de resgate;
Sequestro com veículo;
Assalto a mão armada;
Assasinato;

Manual Segurança Pessoal

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO (CARTILHA ORIENTATIVA em pdf)

ÍNDICE:
1 - PREVENÇÃO
1.1 Cuidados Básicos
1.2 Instalações Elétricas
1.3 Equipamentos Elétricos
1.4 Instalações de Gás
1.5 Circulação
1.6 Lavagem de Áreas Comuns

2 - MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA
2.1 Extintores de Incêndio
2.2 Hidrantes e Mangotinhos
2.3 Instalações Fixas de Combate a Incêndios
2.4 Iluminação de Emergência
2.5 Alarme de Incêndio
2.6 Portas Corta-Fogo
2.7 Rotas de Fuga
2.8 Lixeiras
2.9 Pára-Raios

3 - EQUIPES DE EMERGÊNCIA
4 - COMBATE A INCÊNDIOS

4.1 Primeiras Providências
4.2 Métodos de Extinção do Fogo
4.3 Classes de Incêndio e Agentes Extintores
4.4 O Uso dos Hidrantes
4.5 O Uso dos Extintores




file:///D:/Cartilha%20de%20Inc%C3%AAndio.htm

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cartilha de segurança para internet CHECKLIST MANUAL

Este checklist resume as principais recomendações contidas na Cartilha de Segurança para Internet. A numeração adotada neste checklist não possui relação com a adotada nas outras partes da Cartilha.


http://www.ebooksevangelicos.com/Cursos/Cartilha_Seguranca/cartilha-checklist.pdf

terça-feira, 5 de abril de 2011

ASE 2011 SP Certificação de Analista de Segurança Empresarial

ASE 2011 SP

Olá pessoal, a prova ASE 2011 será realizada no dia 26 de maio, das 09h00min as 13h00min, paralelo ao COBRASE, localizado no Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, São Paulo/SP.
Se alguém deseja conseguir essa certificação o link estou deixando a disposição o link do manual ASE, com todas as informações sobre a avaliação, datas, matérias, etc.

Valor da prova

- Associados da ABSEG – R$180,00
- Não sócios – R$360,00

 Qualquer duvida estou a disposição.


http://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment?ui=2&ik=ad33296ef6&view=att&th=12f2645228a1210b&attid=0.1&disp=inline&safe=1&zw&saduie=AG9B_P-m6-V9o1vKIFmfThQ45Dn0&sadet=1302017717462&sads=pLLmr1ynqJToQz9d45KBlqVqnzY&sadssc=1

quinta-feira, 31 de março de 2011

Análise de Risco em Segurança Corporativa manual

Você consegue analisar os Ricos na sua empresa???????????????????

Olá pessoal quero deixar a disposição de vocês uma ótima apostila feita pela FGV ( Fundação Getulio Vargas)
para o curso de MBA, traz otimas informações sobre Analise de Risco nas organizações de pratica e sucinta.
Bons estudos.
Abaixo o link 
http://www.clava.com.br/gifs/artigos_Analise_de_riscos.pdf

Manual de Análise de Risco

1. RISCOS – CONCEITO 
O risco acompanha o homem e é inerente à sua natureza. Mas nem todos os riscos 
são iguais; o que existe quando se faz uma viagem de avião não é igual ao de uma 
dona de casa nas suas tarefas domésticas nem estes são comparáveis ao de um 
navegante solitário que cruza o Atlântico. 
Podemos definir o risco como a condição que aumenta ou diminui o potencial de 
perdas, ou seja, o risco é a condição existente. Com base nesta condição de 
segurança ou de insegurança é que há maior ou menor chance do perigo 
concretizar. Esta condição deve ser incerta, fortuita e de conseqüências negativas 
ou danosas. O risco então é uma possibilidade, quer dizer que o acontecimento tem 
que ser  possível deve << poder realizar-se>>. A  quem caminha por uma pradaria 
não pode cair-lhe em cima uma cornija de um edifício; é impossível e, portanto, não 
existe esse risco. 
Paralelamente, o acontecimento tem que  ser incerto; não pode haver a certeza de 
que ocorrerá. O homem que se atira à rua do trigésimo andar de um edifício não 
corre nenhum risco: conhece as conseqüências antes de fazê-lo. O pára-quedista, 
ao contrário, sim, porque o acidente é só uma possibilidade que tratará de evitar por 
todos os meios ao seu alcance. Depende  das condições que seu pára-quedas foi 
acondicionado e de outros fatores, tais como as condições físicas do próprio páraquedista.  3
O acontecimento tem que ser fortuito ou acidental; quer dizer; independente da 
vontade do homem, cuja disposição normal deve ser, em todas as circunstância



quarta-feira, 30 de março de 2011

Manual do Vigilante armas não letais

http://www.dpf.gov.br/servicos/seguranca-privada/legislacao-normas-e-orientacoes/manual-do-vigilante

Manual do Usuário PGDWeb

O Sistema de Gestão Eletrônica de Segurança Privada  -  GESP tem a finalidade de informatizar os processos administrativos relativos à área de segurança privada em todo o  território nacional, a ser utilizado no âmbito das  empresas e instituições do setor e nas  DELESPs e Comissões de Vistoria da Polícia Federal.
O objetivo do GESP é receber e processar os cadastros, atualizações e solicitações  formulados pelas entidades referidas acima, respeitando-se as exigências contidas na legislação específica em vigor para cada tipo de processo administrativo, substituindo, gradativamente, os processos protocolados manualmente.  
O GESP visa a automatização e racionalização das atividades necessárias ao controle e fiscalização das empresas de segurança privada, dando mais agilidade e confiabilidade a esse processo. 
Para exercer a gestão da informação do setor de segurança privada, propôs-se uma solução que contemplará o gerenciamento de todo o ciclo de  vida dos processos gerados pelos empresários, e analisados nas Delegacias de Controle de Segurança Privada - DELESP, nas 
Comissões de Vistoria – CV e na Coordenação Geral de Controle de Segurança Privada – CGCSP. O sistema é composto de vários módulos, entre eles o PGDWeb.  
PGDWeb
Sistema acessado via internet que será utilizado pelas empresas de segurança privada nos servidores da Polícia Federal, que armazenará todas as informações, facilitando assim a elaboração e a movimentação dos processos. 

sexta-feira, 25 de março de 2011

Monte Você mesmo seu Sistema de CFTV /CCTV saiba como

  • O PROGRAMA DE MONITORAMENTO

O nome do programa é DVP e DVR da SEG e geralmente já vem com a placa de captura. Não tem mistério sua instalação. Vem com um tutorial passo a passo de como instalar no próprio cd.
As configurações são tranquilas, possuindo até mesmo uma seleção para cada câmera gravar no computador somente se teve movimento e ainda:
- Ajustes de qualidade da imagem de cada câmera;
- Agendamento para reiniciar sozinho o computador para evitar que um travamento possa fazer o sistema ficar parado. (uma vez ao dia já basta. O windows não deve possuir senha para que faça login sozinho ao reiniciar.)
- Agendamento de horário de gravação para cada câmera. (deixo 20 hs)
O manual completo e a cópia do programa pode-se baixar em:
O maior problema realmente é com o computador e com a qualidade de instalação do Windows e principalmente dos drivers, principalmente do driver de vídeo. Direct x9 é essencial. E mais alguns drivers de codecs também ajudam nos downoloads abaixo:
  • INSTALANDO DRIVERS….
Quanto ao driver de vídeo, caso não se tenha ideia de como conseguir atualizá-lo, vamos a um pequena rotina:
1) Saber qual placa de vídeo temos. Geralmente são on-board. A melhor maneira é utilizar o programa Everest que levanta todas as informações da máquina. Download em
Após rodar esse programa deve-se verificar a marca da placa de vídeo e entrar no site indicado pelo próprio programa para fazer o download da última versão do driver de vídeo. Essa é a tarefa mais difícil, pois geralmente os sites são em inglês e muitas vezes temos que partir para uma busca em páginas especialistas de download de drivers particulares, que geralmente necessitam cadastros.
Finalizado o download do driver, basta instalar, reiniciar, colocar os cabos das câmeras com os adaptadores corretos e rodar o programa.
Devemos colocar um IP fíxo na máquina para que possa transmitir a imagem pela rede interna da empresa para outros computadores ou mesmo pela internet.
Pela rede interna basta usar o programa DVP (player) e selecionar o ip da CPU das câmeras. Facilmente transmite as imagens com igual qualidade.
Para exibir as imagens pela internet é mais complicada um pouco devido ao IP. Deve-se possuir um IP fixo, ou seja um IP externo a web real. O custo de um IP fixo é elevado, contudo pode-se utilizar o programa NO-IP onde simula um IP fixo (que está na placa da rede) para fora (Web). Mais detalhes em
Deve-se fazer um cadastro no site e instalar o programa no computador. O acesso é pelo internet explorer ou outro navegador com active x habilitado.
Nesse tutorial abaixo facilmente se consegue simular um ip fixo com o No-ip:
Assim, minha rede de segurança já está ativa e rodando pela internet.
O preço foi de R$ 1.000,00 do computador + R$ 650,00 da placa com 8 canais + R$ 1.200,00 das oito câmeras coloridas + R$ 300,00 de cabos, conectores e eletricista.

Manual pdf Geovision V8.3

http://www.guiadocftv.com.br/downloads/Manual_Geovision_V8.3.pdf

quarta-feira, 16 de março de 2011

Segurança Escolta Armada

Atualmente, cerca de 63% das cargas que circulam pelo País são transportadas por vias rodoviárias. Essa concentração fez crescer uma modalidade de crime não tão comum
em outros locais, mas que no Brasil vem ganhando proporções alarmantes: o roubo de cargas.
As peculiaridades que envolvem o transporte de cargas, que exige do motorista dirigir por várias horas, sozinho e sempre sob tensão, fazem com que este tipo de serviço esteja sempre na mira dos bandidos. Planejar um sistema de segurança para o transporte de cargas, visando garantir a integridade física do motorista, das mercadorias e do próprio veículo, exige um estudo detalhado das ações a serem tomadas. Entre os aspectos a serem analisados, estão a rota a ser seguida, o horário de viagem, o tipo de carga a ser transportada, o perfil motorista, além das tecnologias, equipamentos e serviços utilizados para garantir a segurança, como escolta armada e rastreamento. O conjunto desses aspectos é que vai determinar a estrutura necessária para executar o serviço de forma satisfatória. Independente da estrutura empregada, o objetivo é um só:
 garantir que a carga chegue ao seu destino sem qualquer prejuízo para as partes envolvidas. É disso que trata este manual.
Um sistema ideal de segurança para transporte de cargas deve prever
um planejamento de todos os passos que serão executados no serviço.
Assim, os cuidados começam já no carregamento das mercadorias e no
controle de tudo o que está sendo embarcado no veículo.
No caso de o serviço ser executado por terceiros, o caminhão deve ser
inspecionado antes de entrar nas instalações da fábrica e os
funcionários da transportadora devem ser devidamente identificados na
entrada.
Se houver serviço de escolta armada, o mesmo deve acompanhar o
transporte somente a partir da área externa da empresa, a fim de evitar
que entrem pessoas armadas no local.
Hoje, o rastreamento de veículos é quase uma exigência no transporte
de cargas, principalmente quando estas são de alto valor.
Para garantir que as mercadorias cheguem ao seu destino, o ideal é que
se utilizem conjuntamente os serviços de escolta armada e de
rastreamento.

Alguns sistemas de rastreamento mais modernos também auxiliam no sistema de logística, permitindo o acompanhamento do veículo durante todo o trajeto e reduzindo, inclusive, os custos do serviço. Da mesma forma como acontece na saída dos produtos, a chegada
também deve ser controlada pela equipe que trabalha no local de entrega. Para evitar que assaltantes entrem na empresa dentro do caminhão, o correto é revistar o veículo na área externa da empresa. Com o veículo já dentro do local de entrega, deve ser feita a contagem de toda a mercadoria de acordo com a nota de compra.

O primeiro passo para a proteção da carga deve ser dado pelo fabricante no momento de escolher a transportadora que será responsável por cuidar de seu produto e dar um destino a ele. Atualmente, existem cerca de 130 mil empresas de transporte de carga no Brasil, mas muitas servem de fachada para atividades ilícitas ou concorrem deslealmente com as que atendem aos requisitos da legislação. Muitas usam motoristas não habilitados, com carteiras falsificadas, que desconhecem o risco da carga, usando veículos inadequados, com sinalização irregular, documento da carga irregular. Os fabricantes devem dar prioridade às transportadoras especializadas em determinados tipos de cargas. Cada produto exige cuidados
específicos. Já as transportadoras devem ser exigentes na contratação de uma empresa de segurança responsável por formular um plano de proteção à mercadoria. Os profissionais devem ser bem treinados e passar por um processo de seleção muito bem apurado
Importante.
Antes de entregar produtos embalados a uma transportadora, a fabricante deve fazer o controle dos números dos lotes. Sistemas mais modernos permitem fazer o controle eletrônico das
mercadorias utilizando leitores de freqüência, que conseguem checar cada uma das caixas que está no caminhão.
Processo de Seleção das empresas de segurança Um dos primeiros cuidados que se deve ter no transporte de cargas é com a contratação da empresa que ficará encarregada de
fazer a segurança das mercadorias transportadas. Verifique a preservação da frota, instalações da empresa, máquinas e equipamentos;
Avalie quais são os critérios utilizados na contratação dos vigilantes. Muitas vezes, é o próprio segurança quem negocia com o bandido a mercadoria. Por isso, ele deve apresentar atestado negativo de antecedentes criminais e ser muito bem treinado após a contratação;
Veja se a empresa tem uma lista dos postos credenciados. Deve-se avaliar também se a
empresa fornece aos motoristas suporte durante o percurso;
Verifique se a empresa trabalha totalmente com frota própria ou com veículos de terceiros;
Cheque o histórico de roubos da empresa.
ATENÇÃO
Como agir durante um assalto:
Evitar confronto com os assaltantes;
Não desafiar o bandido ou discutir com ele;
Evitar encarar o assaltante ou demonstrar que poderá identificá-lo;
Não reagir;
Narrar todos os seus movimentos ao assaltante;
Não fazer movimentos bruscos, por mais difícil que seja manter o
controle emocional no momento do assalto.

Horários de roubos
Madrugada (da 0h às 6h) .. 14,9%
Manhã (das 6h às 12h) ....... 47,3%
Tarde (das 12h às 18h) ....... 23,2%
Noite (das 18h às 0h) .......... 14,6%
Cargas roubadas com mais
freqüência
A l i m e n t o s
M e t a l ú r g i c o s
M e d i c a m e n t o s
Químicos/Defensivos
Cigarros/Fumo
Eletroeletrônicos
Combustíveis
Têxteis
Auto-Pe ç a s / P n e u s
Média diária de roubos
1994 ................... 7,1 roubos/dia
2001 ................... 20,1 roubos/dia
2002 ................... 22,3 roubos/dia
2003 ................... 25,0 roubos/dia
2004 ................... 27,7 roubos/dia
Locais das ocorrências
Capitais .................. 36,25%
Rodovias ................ 32,98%
Cid. do Interior ..... 22,71%


Litoral..................... 8,06%                                     
Fonte: Segs (Portal Nacional dos Corretores de Seguros)
Estados com maior incidência de roubos
São Paulo – 44%
Rio de Janeiro – 36%
Rodovias mais perigosas
(São Paulo)
Via Anhanguera
Via Presidente Dutra
Castelo Branco
Rodovias federais – 59%
Rodovias estaduais – 41%
Telefone útil:
Delegacia Geral de Roubo de Carga, acionada através do Disque Denúncia - 0800-172233
Site útil: Condições e notícias sobre rodovias - www.estradas.com.br
Fort konx

segunda-feira, 14 de março de 2011

MANUAL DE SEGURANÇA PESSOAL NO TRÂNSITO E ESTACIONAMENTOS.

No Trânsito
_ Antes de entrar ou sair do veículo, verifique se há pessoas ou veículos
em atitudes suspeitas nas imediações.
_ Varie, sempre que possível, os horários de saída e chegada, evitando
trajetos sistemáticos.
_ Memorize, nos seus percursos mais freqüentes, a localização de postos
policiais, telefones públicos, socorros mecânicos, hospitais e rotas
alternativas seguras.
_ Habitue-se a dirigir com os vidros fechados e as portas travadas, usando
o sistema interno de ventilação.
_ Procure dirigir, sempre que possível, pela faixa central.
_ Mantenha sempre razoável distância do veículo que estiver à sua frente,
até mesmo ao parar nos sinais de trânsito.
_ Esteja sempre alerta aos movimentos ao redor e se houver suspeitos ou
se perceber que está sendo seguido por outro veículo, evite parar,
procure agir com naturalidade, mude o trajeto, dê a volta no quarteirão
para ter certeza e dirija-se para vias de maior fluxo de tráfego, onde
possa localizar uma viatura policial e solicitar ajuda.
_ Evitar envolver-se em discussões, aglomerações, provocações no
trânsito ou perturbações de rua, pois elas podem ser artificiais e criadas
com o intuito de distrair e possibilitar o seqüestro.
_ Nos semáforos, fique alerta à aproximação de estranhos, mesmo que
não lhe pareçam suspeitos, e evite abrir a janela para vendedores
ambulantes.
_ Se for vítima de colisão que lhe pareça proposital, principalmente em
local escuro ou à noite, não pare e procure anotar a placa do veículo.
_ Somente troque o pneu ou execute qualquer serviço em seu veículo em
local seguro. Evite aceitar ajuda de estranhos.
_ Caso o seu veículo apresente defeito inexplicável, desconfie sempre de
estranhos que se oferecerem para prestar providencial ajuda. Chame o
socorro de urgência de sua confiança.
_ Não ofereça carona a desconhecidos. Caso alguém peça auxílio em
locais escuros ou em horário avançado, não pare.
_ Procure não transportar valores em seu carro quando estiver
desacompanhado. Evite o uso ostensivo de jóias.

No Estacionamento
_ Procure estacionar em locais movimentados e bem iluminados.
_ Não estacione nem retorne ao veículo se houver pessoas suspeitas nas
proximidades.
_ Não deixe objetos expostos no veículo. Tranque-os no porta-malas.
_ Nunca deixe as chaves no veículo, mesmo que a ausência seja por
pouco tempo.
_ Não deixe crianças sozinhas no veículo.
_ Nos estacionamentos, procure identificar eventuais manobristas e exija
comprovante de entrega do veículo em que constem as suas
características.
_ Jamais confie as chaves de seu carro aos chamados “tomadores de
conta” ou a lavadores de automóvel, ainda que os conheça de vista. As
quadrilhas se valem de tais pessoas para obter duplicatas das chaves,
que depois servirão para furtar. 

quinta-feira, 10 de março de 2011

Segurança em Bancos e Instituições Financeiras

Introdução
Na calçada, antes mesmo de se aproximar da entrada da agência bancária, o cliente coloca as mãos nos bolsos e tira o celular, a carteira e o porta-moedas. Faz uma pequena pausa atrás de uma faixa amarela no piso e olha para o vigilante que está do lado de dentro do prédio. O segurança faz um gesto com a cabeça, indicando que ele está autorizado a passar pelo detector de metais. O cliente coloca parte de seus pertences em uma gaveta e começa a empurrar a porta giratória. Ele já está quase lá dentro, quando sente a porta travar, ao mesmo tempo em que ouve um apito. Lamentavelmente, ainda não foi dessa vez. Ele volta e percebe que uma fila começa a se formar atrás dele. Mesmo assim, procura nos bolsos os objetos supostamente ameaçadores, segundo o detector de metais. Deposita mais algumas coisas e tenta entrar novamente. Lá pela quarta tentativa, já mal-humorado, ele pede aos gritos que o gerente do banco seja chamado. O gerente se aproxima e, sem paciência para analisar a situação, manda que o vigilante permita a entrada do cliente. Situações como essa são vividas diariamente em agências bancárias espalhadas pelo país. Para os clientes, o detector de metais é visto como o símbolo maior do sistema de segurança de um banco, mas também como um causador de situações constrangedoras. Para o vigilante, a porta é seu único instrumento de prevenção. Para os funcionários, como um gerente, uma dor de cabeça e um empecilho ao bom relacionamento com os clientes. Para um profissional de segurança, um dispositivo desnecessário e ineficaz no combate ao crime dentro do banco. Isso porque um assaltante dificilmente será impedido de entrar em uma agência bancária, mesmo que o detector não permita. Propor novas tecnologias e soluções para as instituições financeiras, a fim de garantir a segurança de clientes e funcionários e do patrimônio dos clientes e da instituição, é o objetivo desse Manual.

Situação ideal
A arquitetura de uma agência bancária é concebida para que os clientes tenham a impressão de que o acesso ao local é livre. Geralmente, a fachada frontal é quase toda de vidro e, internamente, existem poucas divisórias, a fim de facilitar a visibilidade e a circulação dos clientes. Proteger um ambiente como esse é um grande desafio para o profissional de
segurança. Para substituir recursos de segurança normalmente usados em outros
locais, como muros altos e limitadores de acesso, os bancos devem investir na
vigilância e nos mais sofisticados aparatos tecnológicos. A ilustração mostra algumas
estruturas que foram criadas para prevenir os roubos.
1 Sirene
2 Sistema de áudio
3 Câmeras
4 Bomba de fumaça
5 Cofre

Tecnologia
Como em todos os segmentos de mercado, a questão fundamental para uma segurança bancária eficiente é focar na prevenção, e não na repressão ou investigação posterior. Somente assim os clientes e funcionários de uma agência poderão ter a certeza de estar num ambiente seguro. Para isso, é imprescindível contar com uma Central de Segurança remota,
que seja capaz de identificar em tempo real qualquer atitude suspeita e de agir imediatamente para evitar uma eventual ação criminosa. O atual grau de avanço tecnológico dos sistemas eletrônicos de segurança permite, com a utilização dos equipamentos adequados, o desenvolvimento de soluções completas e personalizadas, por um custo muito inferior ao
praticado há alguns anos atrás. Os sistemas de segurança bancária mais avançados do país já
contam com a visualização remota das imagens das agências em uma única Central de Segurança, o que proporciona economia considerável em relação às centrais instaladas nas próprias agências, que necessitam de mais profissionais para fazer o monitoramento. Por meio da Central de Segurança é possível ouvir o que se passa nas agências e receber sinais
de alarmes enviados pelos mais diferentes tipos de sensores (tais como botões portáteis de pânico, sensores de abertura de portas, sensores de arrombamento de caixas automáticos etc).  Operadores bem treinados também são fundamentais para impedir ações criminosas.
Com base em procedimentos elaborados e treinados de forma criteriosa, eles podem enviar uma mensagem de áudio que será ouvida em um ou mais ambientes da agência, ou ainda acionar uma grande variedade de dispositivos que irão proteger as pessoas e o patrimônio do banco. Alguns desses dispositivos são as conhecidas sirenes, o travamento automático das portas, a própria iluminação da agência ou até mesmo uma “bomba de fumaça”, equipamento que tem por objetivo, através da emissão de uma fumaça atóxica, bloquear a visão de alguém que esteja tentando arrombar um caixa automático, por exemplo, impedindo sua ação e
forçando-o a sair do local.

ATENÇÃO
Em resumo, é necessário contar com uma empresa que detenha a tecnologia e a
experiência necessárias para projetar, fornecer, implementar e manter uma solução
completa de segurança específica para o segmento bancário.e:

A função do vigilante
Normalmente, o vigilante da agência bancária permanece estático atrás do escudo
de proteção por longos intervalos de tempo, o que prejudica a concentração e dá
ensejo a uma conduta previsível. Algumas ações podem ser empreendidas para
mudar essa situação e tornar o serviço de vigilância mais eficiente:
• O vigilante deve circular pela agência, de modo a reduzir sua exposição e ampliar sua área
de atuação, além de manter-se disposto e alerta pelo movimento constante.
• Deve exercer o papel de observador. Ficar atento, por exemplo, à pessoa que entra
na agência usando um casaco de frio em pleno verão.
• Nas pequenas agências, o vigilante deve ser instruído a se familiarizar com os clientes habituais, o que lhe permitirá identificá-los mais facilmente e permanecer atento a comportamentos estranhos.
• O vigilante deve ser orientado para oferecer ajuda aos clientes, sempre com educação
e cordialidade. Caso veja alguém que considere suspeito, oferecer ajuda pode ser uma
forma de abordagem que não provocará constrangimentos, caso esteja equivocado.
• A integração entre o vigilante e o sistema eletrônico de segurança da agência também
é fundamental. Nesse caso, o profissional deve ser bem treinado e conhecer os equipamentos, como eles funcionam, em que condições são acionados e quais procedimentos serão adotados pela Central de Segurança em cada caso.
Assim ele se sentirá mais seguro e confiante para adotar as ações necessárias.
• O vigilante deve sempre portar um botão de pânico, de forma discreta, que lhe permita avisar à Central de Monitoramento rapidamente caso identifique qualquer situação potencialmente perigosa.
• As unidades de pronta resposta, também chamadas de pronto atendimento, devem ser
adequadamente dimensionadas para atender com agilidade caso sejam chamadas. Uma boa opção nesse sentido seria uma ação conjunta entre os bancos de uma mesma localidade ou região para compartilhar os serviços de segurança, aproveitando a proximidade física entre suas agências. Os resultados obtidos pelas empresas especializadas em segurança na redução dos crimes, através do uso de equipamentos sofisticados e técnicas adequadas, têm feito com que alguns bancos sintam que não há mais necessidade de investir na área. Para garantir a segurança de clientes e funcionários, no entanto, o investimento nessa área deve ser contínuo. Atualmente, os bancos trabalham para otimizar os seus processos e reduzir o volume de dinheiro nas agências. Esse fato, aliado ao menor potencial de risco, fez com que os assaltos migrassem das agências para os caixas eletrônicos.

Investimento
• Uma das grandes fontes de perdas para os bancos são as fraudes, principalmente nas áreas
do auto-atendimento (ATMs). Os clientes devem estar sempre atentos a terceiros que queiram
“ler” suas senhas e códigos de acesso. Nunca se deve entregar cartões eletrônicos a  estranhos, assim como é preciso prestar atenção a qualquer alteração nas máquinas ATM. Muitas vezes os bandidos instalam dispositivos que copiam as informações do cartão eletrônico e as senhas, ou ainda impedem a saída do dinheiro que o cliente iria sacar. Normalmente, um observador atento consegue identificar visualmente estes dispositivos.
• Sempre que alguém suspeitar de alguma movimentação estranha nas salas de auto-atendimento deve entrar em contato ou com o próprio banco ou com a polícia e comunicar o fato. Isso pode ajudar a evitar arrombamentos e fraudes.
• O serviço de auto-atendimento dos bancos se encerra às 22 horas. Qualquer pessoa que entre nesses locais depois desse horário passa a ser suspeita.
• Devemos dar bastante atenção aos observadores que passam informações sobre pessoas que realizam saques. Esse tema será abordado em nossas próximas edições.
A contratação de uma empresa idônea, o uso de novas tecnologias e o monitoramento de imagens são essenciais para garantir a segurança dos clientes e funcionários e do patrimônio das instituições financeiras. 

Fonte: de pesquisa grupo Fort Knox

terça-feira, 8 de março de 2011

Segurança em Condomínios Residênciais


Este manual de segurança para condomínios, editado pelo Sinconedi,  contém recomendações feitas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ele busca detalhar, nas várias situações do dia-a-dia, as condutas e medidas que os síndicos e os condôminos devem adotar para elevar o nível de proteção do condomínio. Todas as dicas aqui contidas devem ser objetos de conversa e reflexão com todos os envolvidos, para que possam realmente ser úteis.                                 

1-Condomínio:
> As normas de segurança a serem adotadas devem ser decididas em assembléia de condôminos, com ampla difusão para todos os moradores do prédio, sob pena de perderem a eficiência;
> É importantíssimo um sistema de segurança com iluminação em todas as entradas, iluminação e instalação de câmeras nos principais pontos sensíveis do condomínio e alarmes em centrais de monitoramento;
> O acesso de estranhos deve ser precedido das cautelas disponíveis (identificação de todas pessoas; confirmação e identificação visual de visitas antes de sua efetiva entrada, área de recebimento de materiais que impeçam o contato e a entrada de estranhos, etc);
> Os funcionários, principalmente aqueles que desempenham funções na portaria do prédio, devem ser alertados para os diferentes expedientes usados pelos delinqüentes e devem estar capacitados para tomar providências quando necessário (ligação emergencial para a Polícia, agências de segurança, acionamento de sistemas de alarme, etc);
> As entradas - social, de serviço e garagem - devem ser suficientemente iluminadas, evitando objetos (obras de arte, decoração, jardinagem) que obstruam ampla visão do local à distância;
> As guaritas e recepções devem ter vidros escurecidos ou espelhados, além de ficarem afastadas da rua de forma que impeçam que seus funcionários possam ser facilmente rendidos;
> Os acessos aos apartamentos devem ser dotados de boa iluminação, controlada do interior da residência. As portas devem ser sólidas e dotadas de "olhos mágicos" ou outros dispositivos que permitam a observação da área externa;
> O interfone é fundamental para a comunicação de situações de emergência (presença de suspeitos ou de indivíduos indesejáveis em seu "hall" de entrada, etc);
> Havendo outros prédios próximos, por consenso dos moradores, poderá ser instalada uma ligação pelo interfone de suas portarias, ou mesmo de um simples alarme sonoro ou visual, que funcione como pedido de auxílio nos momentos de perigo;
> O mesmo alarme sonoro e ou luminoso poderá ser instalado em uma casa vizinha, estabelecimento comercial ou simplesmente em local externo, à vista dos moradores das imediações, alertando sobre o perigo;
> A seleção de pessoal doméstico e do condomínio deve ser rigorosa, com pesquisa da vida pregressa dos candidatos e criteriosa verificação das fontes de referência. De preferência deve ser mantida a máxima discrição quanto aos valores guardados em apartamentos, cofres, etc;
> As chaves que forem confiadas aos funcionários da casa não devem abranger todas as portas do apartamento, permitindo-se o isolamento de algumas dependências privadas, especialmente durante o repouso noturno. Os empregados podem ser atacados e forçados a abrir as portas das quais possuam as chaves;
> A entrega de encomendas, flores, correspondência, etc, que não tenham sido solicitadas ou que não estejam sendo esperadas deve ser recusada, ainda que o portador se apresente na companhia de empregados do condomínio;
> Quando estiver aguardando entregas, instrua a portaria para receber as encomendas, evitando a presença de estranhos em seu apartamento;
> Quando recepcionar pessoas que não conheça, faça-o nas áreas de uso comum do edifício, à vista dos funcionários da portaria;
> Encomendas ou objetos devem ser entregues sem que o condômino ou porteiro tenha que sair do prédio, através de um receptáculo de segurança onde os objetos sejam deixados, sem contato entre as pessoas e sem permitir a entrada de estranhos;
> Ao chegar e ao sair, esteja alerta para a presença de estranhos nas imediações de seu prédio. Qualquer suspeita deverá ser comunicada imediatamente à Polícia;
> Verifique se as entradas de seu condomínio são iluminadas, se existem câmeras nas principais entradas e pontos de acesso;
> Caso seja surpreendido por assaltantes, procure manter a calma. Não encare seus atacantes diretamente e nem discuta com eles;
> Festas no salão do prédio podem ser um sério problema, por isso estabeleça uma forma criteriosa de identificar os convidados (lista de convidados, identificação pessoal, identidade junto à portaria, etc). Seguranças particulares podem ser uma boa alternativa.
> Evite receber na portaria do prédio documentos bancários com números de aplicações financeiras e saldos bancários;
> Aos moradores dos 1º e 2º andares recomenda-se um cuidado especial, protegendo as áreas de acesso;
> Muros e grades devem ter altura suficiente;
> Procure ter à mão a os telefones da Polícia.

2- AOS funcionários
> Ao atender estranhos, mantenha os portões fechados e as pessoas do lado de fora;
> O portão somente pode ser aberto após identificar o visitante, avisar o morador sobre a conveniência da entrada, etc
> Na dúvida, solicite ao morador para identificar tal visitante;
> No caso de entrega de encomendas:
> Avisar o condômino e solicitar sua presença na portaria;
> Na ausência do condômino, receber e guardar para, posteriormente, ser retirado por um morador ou entregue a um funcionário;
> Jamais permita que o entregador leve pessoalmente a encomenda;
> É importante a instalação de câmeras na portaria para identificação visual de visitas e recebimento de mercadorias;
> Nos horários de limpeza e recolhimento de lixo, manter as entradas do edifício fechadas;
> Ao receber prestadores de serviços, identificá-los, confirmando seus dados com sua respectiva companhia. Anote os dados de seus documentos, avise o condômino e só permita acesso às dependências mediante autorização do morador e devidamente acompanhado por um funcionário;
> Na entrada ou saída de pessoas do condomínio, somente abrir o portão após verificar se não há suspeitos próximos;
> As fichas de todos os empregados do condomínio, mesmo os eventuais, devem ser mantidas à vista. O ideal é que todos sejam identificados por crachás;
> Os porteiros devem ser orientados a permanecer sempre no interior das portarias;
> Códigos ou senhas devem ser combinados com os porteiros, para que o morador saiba se eles estão sendo forçados a usar o interfone ou a bater em sua porta.


3- Condôminos
> A sua compreensão e colaboração são fundamentais para a segurança do condomínio;
> Tenha certeza do gabarito e da competência de toda equipe de segurança de seu condomínio;
> Elogiar as ações dos funcionários que visam a garantir a segurança de todos os condôminos, mesmo quando representam algum transtorno para si ou para suas visitas;
> Ao chegar ou sair da garagem, observar se não há pessoas estranhas ou suspeitas próximas à entrada de seu condomínio;
> Ao estacionar seu veículo na garagem, mantê-lo trancado, sem pacotes e objetos à vista e com o alarme ligado;
> Alertar a portaria para que receba as encomendas feitas ou o avise para que vá atender ao entregador na recepção;
> Quando solicitado à portaria, verificar se o assunto lhe diz respeito, só então desça para atender;
> As chaves de todas as dependências não devem ser deixadas com os empregados, mantendo algumas dependências isoladas;
> Não deixe cópias das chaves na portaria;
> Evite deixar portões abertos enquanto se despede de visitantes;
> Todos os condôminos devem conhecer e respeitar as regras e todo sistema de segurança. É importante ainda zelar por sua boa conservação;
> Evite dar informações a estranhos de hábitos do condomínio.


4- Administradora/síndico
> Desenvolva reuniões periódicas com os condôminos a fim de despertar a consciência para a segurança de todos;
> Cadastre todos os condôminos com dados pessoais, dos veículos e até de parentes próximos, para uso em caso de emergência;
> Estabeleça um sistema de identificação para todos os visitantes, com ciência do condômino visitado;
> Acompanhe o andamento de todos os trabalhos realizados no edifício;
> Na contratação dos funcionários, após exigir documentos e referências e certificar-se quanto à autenticidade e veracidade das informações, dê preferência para aos que possuam cursos de formação e treinamento;
> Realize a reciclagem e treinamento periódico de seus funcionários, visando à segurança do condomínio.


5- estranhos em sua porta
> Tome muito cuidado. Doações, entrega de salmos, etc, podem ser uma forma de você ser surpreendido;
> Não é difícil vigaristas e marginais, especialmente em datas festivas, aproveitarem do espírito de solidariedade e confraternização para fazerem novas vítimas;
> Identifique qualquer pessoa antes de sair de sua casa, mantenha-se em um local distante e seguro para confirmar informações;
> Sempre procure saber o que vai ser feito com o material a ser doado. Prefira fazer sua doação pessoalmente a instituições que você conhece, se possível diretamente às pessoas que serão beneficiadas;
> Fique alerta com pesquisas que identificam renda ou hábitos de sua família. Não divulgue informações pessoais e oriente a todos os moradores da casa a agirem da mesma forma.


6 - ORGANIZANDO FESTAS
> Preferencialmente sirva bebidas não alcoólicas aos seus convidados;
> Sirva algo para que os convidados possam comer antes de servir bebidas alcoólicas;
> Saiba quais são seus limites e respeite a vida;
> Tenha uma alternativa de transporte ou acomodação para convidados que tenham bebido demais;
> Lembre-se: apenas o tempo eliminará o álcool de seu organismo;
> Nunca dirija após a ingestão de bebidas alcoólicas;
> Tenha um especial cuidado em receber seus convidados. Faça uma lista e peça para que a identificação seja criteriosa;
> Contratar uma equipe de recepcionistas e seguranças pode ajudar;
> Prefira fazer sua festa em buffet, restaurantes ou casas noturnas;
> Caso a festa seja realizada em sua casa acomode os convidados em um local predeterminado, deixando isoladas as dependências privadas;
> Esteja preparado para problemas, por isso identifique as saídas, tenha equipamentos contra incêndio em locais de fácil acesso (uma equipe de brigada pode ser necessária) e faça um planejamento para calcular o número máximo de convidados dentro do espaço disponível.


5- EMPREGADOS E FUNCIONÁRIOS
> Somente contrate funcionários com referências de amigos ou pessoas que você conhece e confia;
> Não entregue todas as chaves a seus funcionários, somente as necessárias;
> Não comente sobre bens ou valores a seus funcionários;
> Não informe sobre senhas e códigos de segurança;
> Procure observar sempre o comportamento de seus empregados e suspeite caso alguma coisa não esteja normal;
> Observe e fique atento ao desaparecimento de pequenos objetos;
> Observe a mudança de comportamento, de humor, o início de depressão, e o aparecimento de lesões e hematomas em crianças e idosos que permaneçam sob cuidados de empregados ou enfermeiros. Eles podem estar sofrendo agressões.