terça-feira, 5 de abril de 2011

Palestra como proteger as organizações dos riscos corporativos e acabar com a s crise de comunicação;


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ISC BRASIL/ INTER SECURITY 2011

Olá pessoal quero saber quem vai estar no evento da ISC Brasil/Inter Security, com certeza eu estarei lá.
pelo Email que eu estou recebendo acredito que vá ter novidades legais por lá, afinal temos grandes eventos a serem realizados aqui no Brasil, e com certeza muitas empresas vão querer sair na frente mostrando tudo de melhor que tem. 

A IMPORTÂNCIA DA ANTECIPAÇÃO NA SEGURANÇA EMPRESARIAL: CENÁRIOS PROSPECTIVOS



No segmento da segurança pública e privada, no Brasil, a antecipação não é amplamente praticada porque quando as coisas estão indo bem, pode-se gerenciar sem ela (antecipação) e quando as coisas estão indo mal, é muito tarde para ver além dos nossos narizes. Nesse caso é necessária uma ação rápida, em regime de urgência, em regime de “bombeiro”. No entanto a reação não é um fim em si mesmo. Ainda que desejável em curto prazo, esta leva a nenhum lugar se não está direcionada em direção aos objetivos de médio e longo prazo, tanto da empresa como das instituições. Como disse Sêneca, “não existe vento favorável para o homem que não sabe para onde ele está indo”.
A prospectiva não pode ser dissociada da estratégia, portanto podemos adotar o termo prospectiva estratégica em segurança. Prospectiva estratégica em segurança não é somente uma abordagem exploratória (antecipação estratégica) como também uma abordagem normativa. Continuado com a tradição do planejamento estratégico e gerenciamento estratégico, a prospectiva estratégica, em segurança, enfatiza a importância de pensamento de médio e longo prazo, além de alternativas estratégicas. Para isso há a necessidade de resolver coletivamente e com uma visão sistêmica – holística – do risco. Para isso a construção de cenários prospectivos em segurança exige o uso de metodologia apropriada para poder reconhecer o problema e encontrar soluções aceitáveis. É claro que, nós devemos ter em mente os limites impostos pela formalização e relembrar que as pessoas são guiadas pela intuição e paixão assim como pela lógica.
Os modelos são invenções da mente as quais representam um mundo que não quer permanecer trancado numa jaula de equações. E melhor ainda, já que sem essa liberdade, qualquer vontade guiada por desejo não poderá levar a lugar nenhum! Como resultado, nossa convicção é: use todos os poderes da razão!
As pessoas não podem ser reduzidas a uma mente racional (o hemisfério esquerdo); elas são também guiadas por suas faculdades emocionais (o hemisfério direito). Há a necessidade de integrar a visão intuitiva e o pensamento racional, já que ambos são necessários. A escolha depende das circunstâncias. Escolas racionais e heurísticas de planejamento de cenários só parecem estar em oposição; quando, na verdade, elas são complementárias.

A coleta de opinião com Peritos: Dos Cenários às Estratégias
Infelizmente não existem estatísticas para o futuro e muitas vezes o julgamento pessoal é a única informação disponível para lidar com o desconhecido. É então necessário coletar as opiniões de outras pessoas antes de formar a sua própria e daí apostar na forma de probabilidades subjetivas. Assim como no caso do jogador de cassino, é só com base de uma série de jogos que um pode julgar a qualidade de suas apostas. Similarmente, a competência dos peritos é quase sempre questionada. Nossa convicção é simples: visto que, como um perito representa uma típica opinião de um grupo de participantes, é importante considerar o ponto de vista do mesmo. Na verdade, é desta visão do futuro, sendo esta certa ou errada, que estes participantes poderão traçar seu curso.

As cinco questões básicas perguntadas em prospectiva estratégica
Como dois amantes unidos num abraço, prospectiva e estratégia permanecem entidades distintas e é necessário distinguir entre:
1) um tempo para antecipação, em outras palavras, o estudo de mudanças possíveis e desejáveis, e
2) um tempo de preparar a ação: em outras palavras, a elaboração e a avaliação de possíveis escolhas estratégicas para poder estar preparado para mudanças esperadas (pré-atividade) e provocar mudanças desejáveis (pró-atividade).
A dicotomia entre a exploração e o preparo da ação implica as cinco seguintes questões:
(Q1), o que pode e deve acontecer?
(Q2), o que eu posso fazer?
(Q3), o que eu vou fazer?
(Q4), como eu vou fazê-lo? E a pré-questão essencial,
(Q5), quem sou eu?
Muitas vezes ignorada, a última questão é o ponto de partida de do procedimento de Marc Giget (1998). No entanto esta identificação preliminar ecoa na famosa lição de Sócrates, “conhece a ti mesmo”.
Somente a abordagem prospectiva com uma atitude pré-ativa e pró-ativa é focada na questão “o que pode e deve ser feito?”
(Q1) Transforma-se em estratégia quando uma organização pergunta a si mesma: “o que nós podemos fazer?”
(Q2) Uma dessas duas questões têm sido respondidas, a estratégia vem de “o que nós podemos fazer?”
(Q2) para duas outras perguntas: “o que nós vamos fazer?”
(Q3) e “como nós vamos fazê-lo?”
(Q4) Por isso a sobreposição entre prospectiva e estratégia.
Existem, sem dúvida, estudos futuros não contendo nenhum papel estratégico bem delineado para um personagem, como também uma análise estratégica de empresas ou setores cujo interesse no futuro é embrionário ou mesmo inexistente.
Em benefício da transparência, a expressão “prospectiva estratégica” irá, portanto ser reservada para estudos de futuros tendo ambições estratégicas e pontos finais para aqueles que se incumbem deles.

Conclusão
A grande importância da construção de cenários para a segurança empresarial é a tentativa da antecipação. Temos que possuir condições de construir os nossos cenários mais provável, o de tendência e o ideal. Para a área da segurança há a necessidade de exercitar visando prospectar. Quando houver uma formalização da construção de cenários, a área de segurança terá plena condição de poder monitorar as probabilidades, tanto boas como ruins, dos inúmeros fatos portadores de futuro e suas conseqüências. A partir daí o nosso setor poderá antecipar situações desfavoráveis e traçar estratégias consistentes preventivas.

Fonte: BRASILIANO & ASSOCIADOS

GESTÃO DE PROJETOS E PLANOS DE CONTINUIDADE parte 01

Olá, estarei colocando a disposição de todos uma serie de artigos relacionados com gestão de projetos e planos de continuidade.


GESTÃO DE PROJETOS E PLANOS DE CONTINUIDADE


OBJETIVOS

  • Promover conhecimento sobre as diversas utilizações estratégicas das ferramentas de planejamento, mais especificamente, pela análise aprofundada da Gestão Administrativa sob a forma de análise, aplicação e gestão de projetos estratégicos, táticos, e operacionais capazes de trazer segurança e efetividade na gestão dos negócios.

  • Desenvolver profissionais com competências para compreender, conduzir ou participar do processo de administração de projetos em todos os seus níveis, seja como membros de equipes, gerentes de projetos de pequeno ou grande porte, gerentes de escritórios de administração de projetos e alta direção de empresas de todos os segmentos.


INTRODUÇÃO:

A humanidade sempre realizou a atividade prática de desenvolver e gerenciar projetos, mas só nos últimos anos essa prática foi reconhecida como uma disciplina. Programas de mestrado e de pós-graduação em nível de especialização começaram a surgir por todo o mundo.

A competição entre empresas para lançamento de produtos ou serviços está se tornando cada vez mais acirrada, e está baseada na eficiência da utilização do tempo e da gestão de custos. As organizações, então, praticam um gerenciamento de projetos com métodos sólidos como forma de adquirir vantagem competitiva.

Assim como no ambiente empresarial, em todos os setores de nossa vida podemos aprender a trabalhar de maneira mais racional, poupando energias e recursos. Uma maneira de atingir este objetivo é através de um gerenciamento eficaz nos projetos.

A gerência de projetos está ligada a segmentos de trabalho bem específicos, que se opõem às operações continuadas de uma empresa.

Todos os participantes de um projeto, desde aquele que é integrante de uma equipe temporária de trabalho ao patrocinador do projeto, tornam-se mais eficazes quando compreendem a dinâmica e a lógica do gerenciamento de projetos.

O conjunto de ferramentas de gestão de projeto produz decisões racionais com base na precisão das informações, conduzindo a níveis mais altos de produtividade. A correta aplicação deste conjunto de ferramentas nas empresas, além de aumentar a produtividade, ajuda o desenvolvimento de gerentes de projeto eficazes.

A arte da gestão de projeto é aplicar a ciência para alcançar o sucesso.

O primeiro passo para isso é adquirir o conjunto de ferramentas básicas para definir, planejar e controlar os projetos.

O segundo passo consiste em praticar com o conjunto de ferramentas.

A prática da arte da gestão de projeto inicia com o entendimento da ciência da gestão de projeto e com fé em sua funcionalidade.

A gestão de projeto exige muito trabalho, persistência, dedicação e resistência para enfrentar os obstáculos e também a oposição de pessoas que consideram a organização, a definição e o planejamento uma perda de tempo. Essa oposição é muito difícil de ser vencida, principalmente se partir do nível hierárquico superior ou do cliente.

O gerenciamento de empreendimentos de sucesso consiste em implementar projetos com foco no cumprimento de prazos, nos custos, qualidade, especificação e satisfação do cliente. Essa administração também requer a gerência de recursos materiais, recursos humanos e financeiros para a realização eficaz de projetos – sejam eles de grande envergadura ou de pequeno porte.

O bom gerenciamento tem como característica fundamental a habilidade de tratar empreendimentos multidisciplinares que apresentem alto grau de complexidade em todos os seus aspectos, aplicando tecnologias de ponta para o gerenciamento,

Em cada etapa do trabalho – envolvendo desde o planejamento, acompanhamento de atividades e a gestão de riscos e crises até as equipes de monitoramento, fiscalização e capacitação do usuário final.

O Gerenciamento de projetos (GP) é uma área de atuação e conhecimento que tem ganhado, nos últimos anos, cada vez mais reconhecimento e importância. Um dos principais difusores do gerenciamento de projetos e da profissionalização do gerente de projetos é o Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI - Project Management Institute).
Fundado nos Estados Unidos em 1969 e atualmente difundido em mais de 120 países, o PMI é distribuído geograficamente pelo mundo em Capítulos. Existe o Capítulo Brasil do PMI além de capítulos em diversos estados brasileiros.
Duas das principais iniciativas do PMI na difusão do conhecimento em gerenciamento de projetos são a certificação profissional em gerência de projetos — Project Management Professional (PMP) e Certified Associate in Project Management (CAPM) — e a publicação de um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK® - Project Management Body of Knowledge).
Na definição do Project Management Institute, um projeto pode ser definido como:

“Um conjunto temporário de atividades que tem como objetivo a criação de um produto     ou serviço exclusivo”
 
  






Fatores motivacionais para a adoção de práticas que resultem em um trabalho com projetos bem gerenciados

Cenários nas Empresas

·        As empresas necessitam surpreender a concorrência com produtos e serviços inovadores;
·        Obter ganhos reais de produtividade;
·        Conquistar maior participação no mercado;
·        Usar a informação como vantagem competitiva;
·        Reduzir o “Time to market”;
·        Antecipar-se às novas demandas de mercado;

No cenário internacional (capitalista e globalizado), em que o Brasil está atualmente inserido, é consenso entre profissionais de desenvolvimento de projetos e analistas econômicos, de que não se pode mais prever:

·        Crescimento de mercado;
·        Demanda dos clientes;
·        Ciclo de vida dos produtos;
·        Taxa de evolução tecnológica;
·        Natureza da competição.

Uma Nova Realidade Mundial

Dar solução e respostas a estes questionamentos e novas situações mercadológicas é a busca incessante da empresas atualmente.

Algumas delas são:

·        Clientes assumem o controle
·        Fim do mercado de “massa”;
·        Consumidores maduros são exigentes e comparam...
·        A concorrência se acirra
·        Há excesso de oferta e grande variedade de produtos;
·        “Adequado” já não é suficiente.
·        A mudança é a regra
·        Como prever o imprevisível?
·        Como inovar, criar, ousar?
·        Globalização corporativa
·        Numerosas fusões e reorganizações
·        Pressão por resultados mais rápidos


Benefícios que são proporcionados pelo Gerenciamento de Projetos

·        Aumento da confiança e da segurança do empreendedor;
·        Melhor controle dos projetos;
·        Melhor administração de mudanças;
·        Maior número de projetos bem sucedidos devido à melhora na performance;
·        Melhor definição dos objetivos do projeto;
·        Uma quantificação dos possíveis problemas;
·        Evita surpresas durante a execução dos trabalhos;
·        Antecipa as situações desfavoráveis que poderão ser encontradas, para que ações preventivas e corretivas possam ser tomadas antes que essas situações se consolidem como problemas;
·        Disponibiliza os orçamentos antes do início dos gastos;
·        Agiliza as decisões, já que as informações estão estruturadas e disponibilizadas;
·        Aumenta o controle gerencial de todas as fases a serem implementadas devido ao detalhamento ter sido realizado;
·        Facilita e orienta as revisões da estrutura do projeto que forem decorrentes de modificações no mercado ou no ambiente competitivo, melhorando a capacidade de adaptação do projeto;
·        Otimiza a alocação de pessoas, equipamentos e materiais necessários;
·        Documenta e facilita as estimativas para futuros projetos.

Fatores de Sucesso de um Projeto

Um projeto é bem sucedido quando é realizado conforme o planejado, e principalmente que atinge os seguintes objetivos:

·        Conclusão dentro do tempo previsto;
·        Conclusão dentro do orçamento previsto;
·        Utilização eficiente dos recursos (materiais, equipamentos e pessoas), sem desperdícios;
·        Qualidade e desempenho desejados;
·        Mínimo possível de alterações de escopo original;
·        Aceitação sem restrições pelo contratante ou cliente;
·        Ausência ou minimização de interrupções ou prejuízos das atividades normais da organização;
·        Não agressão à cultura da organização.

aquiacontece.com.br - Áudio: CAPS-Penedo é assaltado pela segunda vez em menos de oito dias

aquiacontece.com.br - Áudio: CAPS-Penedo é assaltado pela segunda vez em menos de oito dias: "Mesmo depois de ter sido implantada a segurança eletrônica no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Penedo, o prédio recebeu mais uma vez a visita de ladrões que levaram diversos objetos do local. Todo o material levado pelos elementos fazia parte das atividades e serviços prestados diariamente no atendimento e acompanhamento a diversos pacientes que sofrem de transtornos mentais."

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Quando se trata de garantir que o usuário é quem ele diz ser, apenas uma ideia é compartilhada por todos os profissionais de segurança: senha não é o bastante. Apenas 28% dos profissionais de TI e segurança que entrevistamos consideravam eficiente o uso de senhas fortes, de acordo com a pesquisa sobre Segurança Estratégica, da InformationWeek Analytics.


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ASIS International: Empresa de Segurança Privada de Operações Workshop Padrões

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Conheça o projeto de segurança e seus equipamentos numa Praça Pública simulada.

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A ISC Brasil/Intersecurity é a mais completa feira e conferência de segurança do país e este ano, em parceria com a Honda, Samsung e EuroBrás irá realizar uma Praça de Segurança Pública com o apoio da Polícia Militar.

A Praça trará uma simulação de equipamentos e soluções de segurança para um ambiente público, que será recriado no evento. Você poderá conferir o que a indústria de segurança tem de mais atual e eficiente para todos os tipos de necessidades.